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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Você é aquilo que você sente (Haroldo Dutra Dias)

As Palavras pouco nos importam - o que vale é a intenção (Haroldo Dutra Dias)

A Regeneração do Mundo (Haroldo Dutra Dias)

Divaldo Franco e Haroldo Dutra Dias - Perguntas e Respostas Conferência

Chico Xavier - Importância de suas obras (Haroldo Dutra Dias)

A Parábola Do Mordomo Infiel (Haroldo Dutra Dias)

Tempo que foge! (Ricardo Gondim)

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para reverter a miséria do mundo. Não vou mais a workshops onde se ensina como converter milhões usando uma fórmula de poucos pontos. Não quero que me convidem para eventos de um fim-de-semana com a proposta de abalar o milênio.
Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos parlamentares e regimentos internos. Não gosto de assembléias ordinárias em que as organizações procuram se proteger e perpetuar através de infindáveis detalhes organizacionais.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos. Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de “confrontação”, onde “tiramos fatos à limpo”. Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário do coral.
Já não tenho tempo para debater vírgulas, detalhes gramaticais sutis, ou sobre as diferentes traduções da Bíblia. Não quero ficar explicando porque gosto da Nova Versão Internacional das Escrituras, só porque há um grupo que a considera herética. Minha resposta será curta e delicada: – Gosto, e ponto final! Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: “As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos”. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos.
Já não tenho tempo para ficar dando explicação aos medianos se estou ou não perdendo a fé, porque admiro a poesia do Chico Buarque e do Vinicius de Moraes; a voz da Maria Bethânia; os livros de Machado de Assis, Thomas Mann, Ernest Hemingway e José Lins do Rego.
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita para a “última hora”; não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja andar humildemente com Deus. Caminhar perto dessas pessoas nunca será perda de tempo.
Soli Deo Gloria.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Receitas para viver melhor com Chico Xavier

Cidália Xavier e André Luiz - depoimentos de irmãos de Chico Xavier

Resiliência?


Natal (Emmanuel)


"Glória a Deus nas Alturas, paz na Terra e boa-vontade para com os homens." - Lucas, 2:14.
As legiões angélicas, junto à Manjedoura, anunciando o Grande Renovador, não apresentaram qualquer palavra de violência.
Glória a Deus no Universo Divino.
Paz na Terra.
Boa-vontade para com os Homens.
O Pai Supremo legando a nova era de segurança e tranquilidade ao mundo, não declarava o Embaixador Celeste investido de poderes para ferir ou destruir.
Nem castigo ao rico avarento.
Nem punição ao pobre desesperado.
Nem desprezo aos fracos.
Nem condenação aos pecadores.
Nem hostilidade para com o fariseu orgulhoso.
Nem anátema contra o gentio inconsciente.
Derramava-se o Tesouro Divino, pelas mãos de Jesus, para o serviço da Boa-Vontade.
A justiça do "olho por olho" e do "dente por dente" encontrara, enfim, o Amor disposto à sublime renúncia até à cruz.
Homens e animais, assombrados ante a luz nascente na estrebaria, assinalaram júbilo inexprimível...
Daquele inolvidável momento em diante a Terra se renovaria.
O algoz seria digno de piedade.
O inimigo converter-se-ia em irmão transviado.
O criminoso passaria à condição de doente.
Em Roma, o povo gradativamente extinguiria a matança nos circos.
Em Sídon, os escravos deixariam de ter os olhos vazados pela crueldade dos senhores. Em Jerusalém, os enfermos não mais seriam relegados ao abandono nos vales de imundície.
Jesus trazia consigo a mensagem da verdadeira fraternidade e, revelando-a, transitou vitorioso, do berço de palha ao madeiro sanguinolento.
Irmão, que ouves no Natal os ecos suaves do cântico milagroso dos anjos, recorda que o Mestre veio até nós para que nos amemos uns aos outros.
Natal! Boa Nova! Boa-Vontade!...
Estendamos a simpatia para com todos e comecemos a viver realmente com Jesus, sob os esplendores de um novo dia.

Emmanuel 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Muito Estranho (Cuida Bem De Mim) KLB

Natal de Jesus (Chco Xavier)



"O amor verdadeiro é aquele que Jesus exemplificou: aquele que se doa com sentido e espírito de sacrifício, para que a pessoa amada se faça feliz.
[...] pois toda vez que nós desejamos algo de alguém, ou que nosso amor pede algo de alguém, ele tem sempre matizes de egoísmo."

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

SERVIDORA DA UFC RECEBERÁ PAGAMENTO DAS FÉRIAS ARBITRARIAMENTE NEGADAS PELA UFC


Os assessores jurídicos do SINTUFCE (Thiago Pinheiro e Clovis Renato), propuseram ação em prol da servidora por não ter recebido as férias.
A Servidora A.K.B.Z é lotada na Maternidade Escola Assis Chateaubriand-MEAC. Por erro de digitação a UFC não concedeu o gozo nem o pagamento das férias aquisitivas de 2011. Em processo administrativo, a UFC reconheceu o pagamento, mas não concedeu o gozo das férias.
Inconformada, a servidora procurou o sindicato e foi atendida pelo Dr. Thiago Pinheiro, que rapidamente ajuizou ação judicial, cuja decisão de 1º Grau assim determinou:
1) viabilizar em favor do(a) Autor(a), mediante prévio agendamento do respectivo período de fruição pelo(a) Demandante, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias, o gozo do direito fundamental às férias remuneradas referentes ao período aquisitivo de 2011, com o pagamento do terço pecuniário correspondente, o que poderá ser fruído ao longo de sua jornada funcional, até que se opere eventual decadência, inatividade ou ruptura do vínculo laboral com a Administração Pública, o que ocorrer antes; ou
2) alternativamente, a critério do(a) Demandante, pagar em seu favor indenização compensatória em pecúnia, correspondente ao valor de sua remuneração cotada em 20.05.2013 (primeiro dia depois do termo final do período normal de gozo relativo ao ciclo aquisitivo de 2011, que perdurou de 20.05.2011 a 19.05.2012 – cf. anexo 04, fl. 07) acrescida do terço constitucional, com correção monetária a partir de então e juros de mora a contar da citação, nos termos do Manual de Orientação de Procedimentos de Cálculo da Justiça Federal.
Ficou definido que: 1) caso se opere a decadência do direito ao gozo das férias, o(a) Autor(a) ficará impossibilitado de se valer não só da 1ª, como da 2ª alternativa; 2) em caso de inatividade ou ruptura do vínculo funcional com a Administração Pública, o(a) Autor(a) só poderá se valer dos efeitos da 2ª alternativa, desde que já não tenha se operado eventual caducidade; e 3) eventuais valores porventura já reconhecidos e pagos na via administrativa a esse título deverão ser deduzidos por ocasião da efetivação de qualquer das alternativas acima, evitando-se, assim, duplicidade de pagamento e enriquecimento sem causa em desfavor do Erário.
Inconformada a UFC apelou da decisão no que se refere ao índice de aplicação no cálculo das verbas. A Turma Recursal manteve a sentença nos seguintes termos:
(...) Assim, considerando que não há diferença substancial entre o período que precede e o que sucede a expedição do precatório, entendo que não se justificar dar tratamento diferenciado aos dois períodos no que toca à correção monetária, razão pela qual declara esta 1ª Turma, incidentalmente, a inconstitucionalidade parcial do disposto no art. 1º-F, da Lei n. 9494/97, na redação dada pela Lei n. 11.960/09, tão somente no que concerne à atualização monetária do débito, o qual deverá, então, ser corrigido monetariamente pelo IPCA-E (art. 41-A da Lei n.º 8.213/91) e demais indexadores constantes no manual de cálculos da Justiça Federal desde quando devido, e acrescido de juros no montante aplicável à poupança desde a citação.
O Processo está em prazo para Recurso Extraordinário pela UFC. Configurando mais um Vitória do Sintufce, através dos seus assessores Administrativo/Trabalhista e Sindical, Dr. Thiago Pinheiro e Dr. Clovis Renato na Luta em defesa de seus servidores.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Saúde do Trabalhador - O Povo CBN Programa Economia com Clovis Renato

Desistir.... tem mais estrada no meu coração que medo na minha cabeça (Cora Coralina)


O Povo CBN - Saúde do trabalhador é debatida no Programa Economia

O Programa Economia, FM 95,5, com Neila Fontenele, apresentou o tema Saúde e Segurança do Trabalhador, com a representação do Sindicato da Construção Civil e o Advogado Sindical Clovis Renato Costa Farias.
Veja a entrevista

Neila Fontenele estreia O POVO Economia no jornal, rádio e TVJornalista
Neila Fontenele comandará a coluna O POVO Economia a partir de amanhã no O POVO. Novos programas da TV O POVO e da rádio O POVO/CBN estreiam na quarta-feira
Leveza e dinamicidade com intensas discussões sobre desenvolvimento econômico. Com a proposta de integrar as mídias do Grupo de Comunicação O POVO e trazer a economia para o debate da cidade, a jornalista Neila Fontenele passará a comandar a coluna O POVO Economia, que estreia amanhã no O POVO. Neila também será âncora de programas na TV O POVO e na rádio O POVO/CBN com o mesmo nome.
Os novos produtos deverão trazer à discussão o impacto da economia no desenvolvimento de Fortaleza. “Eu espero contribuir com a discussão, com o aspecto econômico que realmente traga o desenvolvimento. Não vamos falar só de investimento, mas das formas de distribuição da riqueza”, detalhou a jornalista e editora-adjunta do Núcleo de Negócios do O POVO Neila Fontenele.
Para a diretora-executiva da Redação, Fátima Sudário, a proposta é integrar a coluna às outras mídias do Grupo e dialogar o conteúdo. “Neila Fontenele vai criar eixos temáticos para a coluna e utilizar um projeto gráfico convidativo e mais atraente para o leitor”, ressaltou.
O objetivo é “surpreender o leitor”, completou Fátima Sudário. Segundo ela, além dos leitores assíduos da coluna, novos deverão ser incluídos com o conteúdo e a forma mais atraentes e diversificados.
De acordo com Neila Fontenele, haverá uma conexão maior com os outros produtos (TV e rádio) que também terão a marca O POVO Economia. Neila explicou que haverá seções também para apresentar os conteúdos dos programas. As colunas poderão ser mais temáticas ou mais factuais. “Depende. Coluna é um formato muito ágil em que há espaço para notícias, para reflexão e opinião”, pontuou.
Layout Inovador
A coluna terá mudanças gráficas e editoriais. Graficamente, ela passará a ser prioritariamente em formato horizontal de meia página e terá mais imagens. Com relação ao conteúdo, as principais mudanças serão a criação de novas seções fixas com dicas e frases. “A ideia é dar uma forma mais ágil de leitura à coluna”, ressaltou Neila Fontenele.
Com a mudança de design, a coluna ganha dinamicidade, segundo o editor-executivo do Núcleo de Imagem, Gil Dicelli. “A coluna ganha mais força, fica mais dinâmica e torna mais interessante o assunto economia não só para os iniciados, mas também para o leitor comum”, explicou.
Conforme Dicelli, o destaque é para a possibilidade de os leitores dialogarem com os conteúdos que serão produzidos na TV O POVO e na rádio O POVO CBN. Além disso, a coluna trará seções que deverão interagir mais com o leitor, como a “Para Ler” com dicas de livros, “Para Pensar”, com frases, e “Seção Desabafo” com a participação de leitores.
ENTENDA A NOTÍCIA
Coluna da jornalista Neila Fontenele, de segunda a sábado, terá novo formato, mudará de nome e se chamará O POVO Economia. Programas de TV e de rádio também terão a nova marca para integrar e dar agilidade aos conteúdos.