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sábado, 28 de julho de 2012

OIT anuncia início de estudo sobre a igualdade de gênero e trabalho na América Latina e Caribe


A incorporação das mulheres ao mundo laboral têm sido constante na América Latina e no Caribe, mas ainda é necessário dar novos passos para enfrentar diferenças de gênero persistentes que impedem o alcance do objetivo de igualdade no trabalho, disse dia 25 o Escritório Regional da Organização Internacional do Trabalho (OIT) ao anunciar o início de um processo de consultas nacionais como parte de um estudo sem precedentes sobre este tema realizado por cinco agências da ONU.

O relatório regional sobre trabalho decente e igualdade de gênero está sendo realizado conjuntamente pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres) e a OIT como um esforço de cooperação entre agências da ONU e incluirá uma série de 13 oficinas nacionais em países da região, o primeiro dos quais se realizará no Uruguai, a partir de hoje (25), disse o Escritório Regional da OIT.
Existem mais mulheres na força de trabalho, mas ainda são menos que os homens, enfrentam um desemprego maior, sua renda é menor e estão mais expostas a más condições de trabalho em situação de informalidade”, disse a Diretora Regional da OIT para a América Latina e o Caribe, Elizabeth Tinoco. “Não há dúvidas de que tem ocorrido avanços importantes, mas ainda existem temas pendentes”.  O desemprego das mulheres continua sendo 1,4 vezes superior ao dos homens, uma diferença que não teve variação nos últimos anos.
Tinoco explicou que o relatório das agências da ONU será o primeiro esforço dessa magnitude por ter uma radiografia o mais detalhada possível tanto da situação laboral das mulheres como das diversas políticas que são aplicadas na América Latina e no Caribe com o objetivo de promover a igualdade de gênero.
Fonte: ONU

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