Desde: 01.06.2011

Desde: 01.06.2011
BOM LEMBRAR: André Luiz - ‘Os Mensageiros’: “O que nos deve interessar, todavia, é a semeadura do bem. A germinação, o desenvolvimento, a flor e o fruto pertencem ao Senhor.” (Paulo e Estevão. Emmanuel/JC): “O valor da tarefa não está na presença pessoal do missionário, mas no conteúdo espiritual do seu verbo, da sua exemplificação e da sua vida”. Emmanuel: “O tédio é sempre filho da incompreensão dos nossos deveres.”. “[...] o desencanto constitui-se um veneno da imprevidência e da irresponsabilidade”. “[...] valiosa é a escassez, porque traz a disciplina. Preciosa é a abundância porque multiplica as formas do bem”. “[...] a permanência na terra decorre da necessidade de trabalho proveitoso e não do uso de vantagens efêmeras”. “Jamais atingiremos nossos objetivos torturando chagas, indicando cicatrizes, comentando defeitos ou atirando espinhos à face alheia. Compreensão e respeito devem preceder-nos a tarefa em qualquer parte.” (Emmanuel) "Tudo que a doutrina espirita me ensinou é que precisamos nos renovar sempre." (Chico Xavier).

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Leandro Karnal no Jô Soares


A COMUNICAÇÃO HUMANA ● LEANDRO KARNAL


O submundo dos menores criminosos (Reporter Record)


Homossexuais e Transexuais (Profissão Repórter)


Paixão Bandida


O Mercado Negro de Remédios Controlados - Parte 1 | Conexão Repórter

Mudar hábitos negativos - Renato


UNI7 realiza encontros de atualização sobre a reforma trabalhista




A UNI7 realizará entre os dias 14 a 23 de maio os encontros de atualização sobre a reforma trabalhista. O evento será realizado no Auditório do Núcleo de Prática Jurídica da UNI7.

A refundação do Direito do Trabalho no mundo : o direito comparado das reformas das legislações trabalhistas

Prof. Paulo Rogério M. Carvalho – professor de Direito e processo do Trabalho na UNI7. Especialista em Direito do Trabalho pelo Instituto de Direito do Trabalho da Universidade de Lisboa, mestre em Direito pela UFC, doutorando em direito pela Universidade de Lisboa, com estágio acadêmico na Universidade de Roma (Sapienza), coordenador do grupo de estudos sobre trabalho e relações sociais na contemporaneidade da UNI7 ( Coletivo Labuta).

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Verículos bíblicos que marcaram a vida de famosos


Denzel Washington - Fala sobre Colocar Deus em Primeiro lugar


OIT - Brasil terá de se explicar à OIT


NOTA DAS CENTRAIS SINDICAIS DO BRASIL

REFORMA TRABALHISTA
Depois da agressão do Ministro do Trabalho, governo brasileiro sofre nova derrota na OIT e terá que dar explicações à Comissão de Peritos


Comissão de Aplicação de Normas da Organização Internacional do Trabalho-OIT apresentou hoje, em Genebra, o Projeto de Conclusão sobre o Caso Brasil, pela qual o governo Temer terá que encaminhar à Comissão de Peritos da organização, até novembro deste ano, explicações sobre a reforma trabalhista, respondendo à denúncia de que a Lei 13.467\2017 fere a Convenção 98, que trata do direito de negociação coletiva e de organização sindical dos trabalhadores e trabalhadoras.


Assim, além de permanecer na chamada “lista suja” dos 24 países que afrontam as normas trabalhistas internacionais, o Brasil terá que encaminhar explicações ao Comitê de Peritos da OIT fundamentando a sua defesa de que o governo não desrespeitou a Convenção 98.

A denúncia apresentada à OIT partiu do entendimento das centrais sindicais brasileiras de que, com a lei 13.467\2017, o governo brasileiro criou dispositivos que interferem na negociação coletiva, ao facultar a negociação individual; precariza as relações de trabalho, com a adoção do trabalhado intermitente e trabalho autônomo sem vínculo empregatício e fere princípios do trabalho decente.
Aleson Guaita (CSB), Guy Rider (Diretor Geral da OIT), Clovis Renato (Assessor Técnico CSB na OIT)


A defesa do governo na Comissão de Aplicação de Norma através do Ministro do Trabalho, Helton Yomura, não se ateve aos aspectos técnicos do caso, mas descambou para agressões às entidades sindicais brasileiras e aos membros da Comissão de Peritos, numa intervenção completamente equivocada em relação aos métodos de diplomacia que regem o diálogo social na OIT.

O governo não conseguiu apresentar argumentos que justificassem a reforma trabalhista, em especial quanto a ausência das centrais sindicais nos debates, rompendo com o princípio do tripartismo. O xingatório do ministro mereceu censura até mesmo de outros governos, como se deu com representantes do Reino Unido, considerando que faltou cordialidade ao Ministro do Trabalho.


Portanto, longe de se livrar do problema, o governo brasileiro sofreu derrota internacional, terá que se explicar à Comissão de Peritos apresentando as suas alegações até o mês de novembro, atendo-se exclusivamente aos aspectos técnicos do caso.  Será, de fato, uma situação difícil para o governo, explicar o inexplicável. A denúncia apresentada, com sólidos e fartos dados concretos, sem qualquer viés partidário, aponta o desastre que significa a Lei 13.467\2017, o pior ataque sofrido pelos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil.

Na sua fala, depois do anúncio da decisão da Comissão de Normas, o ministro Yamura foi, mais uma vez, equivocado e infeliz ao agredir os membros da Comissão de Peritos, demonstrando constrangedor desconforto.
Genebra, 07 de junho de 2018.

 

CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros

CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil

CUT – Central Única dos Trabalhadores

FS – Força Sindical

NCST - Nova Central Sindical de Trabalhadores

UGT - União Geral dos Trabalhadores

A história da Segunda Guerra Mundial - O melhor momento de Churchill


Churchill (2017 - filme)


terça-feira, 5 de junho de 2018

Protagonismo na terceira idade - Sou 60


Cantora após os 60: Dona Jandira


OIT/CIT: Assembleia Geral - Discurso da Bancada Brasileira


Discurso do Presidente Calixto

Senhoras e Senhores,


Em nome dos trabalhadores do Brasil, e das centrais sindicais que os representam, saúdo o presidente da mesa, os representantes dos países presentes e a delegação brasileira.

Primeiramente, cumprimentamos o Diretor-Geral da Organização Internacional do Trabalho, Sr. Guy Raider, pela sua defesa da igualdade das mulheres no mundo do trabalho.


Ressaltamos a importância desta Conferência e do seu modelo tripartite, por meio do qual se buscam soluções para graves problemas mundiais.

Nosso trabalho não se restringe a debates corporativos. O que buscamos é a melhoria das condições de vida dos seres humanos, mirando a efetivação do Trabalho Decente em todas as nações.


Para atingirmos este propósito, grandes desafios ao futuro do trabalho precisam ser enfrentados. Alguns são próprios da atualidade, como a Indústria 4.0, a revolução tecnológica e a inteligência artificial. Outros são antigos, como a contínua exploração de mão-de-obra, má distribuição da riqueza e o desrespeito à dignidade humana.



Em nosso país, nos desafia uma crise política, econômica e ética que já produziu até o momento 13,7 milhões de desempregados, 6,2 milhões de sub-ocupados e 7,8 milhões de pessoas que poderiam, mas não estão trabalhando, arrastando 27 milhões de homens e mulheres para condições indignas, segundo dados oficiais do Governo brasileiro.


Número maior do que a população de muitos países no mundo!

Infelizmente, nosso quadro tende a se agravar pelo descumprimento das convenções da OIT ratificadas pelo Brasil.

Neste sentido, a recente reforma trabalhista e a nova lei de terceirização introduzidas pelo governo afrontam a Convenção 98, motivo pelo qual o Brasil teve que se explicar perante a comunidade internacional nesta conferência. Dos absurdos criados, citamos a permissão para que gestantes e lactantes laborem em condições insalubres, pondo em risco a vida dessas mulheres e de seus futuros bebês. Novas normas desrespeitam a liberdade sindical, o direito à proteção e representação do trabalhador, precarizam as relações de trabalho, permitem a terceirização ampla e irrestrita em todas as atividades da empresa, entre outros. Todas essas mudanças foram feitas sem que se respeitasse a negociação coletiva e o diálogo social.


Além disso, o Governo brasileiro visa flexibilizar conceitos de trabalho escravo e ampliar sua tolerância com o trabalho infantil. Fere também nossa autonomia sindical ao eliminar nossa principal fonte de financiamento, sem diálogo com as entidades sindicais. O propósito do Governo é a aniquilação dos sindicatos, indo na contramão da OIT que reconhece a existência de sindicatos fortes, atuantes e bem estruturados como imprescindível para o equilíbrio das relações trabalhistas. 


No setor público, o Governo, mesmo tendo ratificado a convenção 151, insiste em não regulamentá-la e os trabalhadores em serviço público no Brasil continuam sem poder exercer o seu direito à negociação coletiva.

Além de tudo isso, a nossa previdência social está agora em perigo. Nesta área, o Governo ameaça fazer mudanças que irão prejudicar todos os trabalhadores brasileiros.


Para encerrar, senhor presidente, diante de tantas dificuldades, vamos RESISTIR! Primando pelo diálogo, insistiremos para que esses temas sejam revistos. É preciso que o tripartismo atinja nosso país para coletivamente encontrarmos um modelo capaz de conciliar o capital e os meios de produção com os direitos fundamentais, com a dignidade e com a valorização do trabalho, sem o que, viveremos em eterno conflito!


A fim de atingirmos nosso propósito, pedimos e contamos com o apoio e a atuação desta OIT, a qual desejamos ver cada dia mais forte e mais efetiva, com seus órgãos e comitês de peritos independentes e reconhecidos pela comunidade internacional.


Muito obrigado!

OIT/CIT: Fala da Bancada dos Trabalhadores contra o Governo Brasileiro


Delegação do Brasil (Bancada dos Trabalhadores na CIT/OIT) em Genebra


Intervenção no Caso do Brasil

Autoria e apresentação: Antonio Lisboa

  1. Senhor presidente, em nome das centrais sindicais brasileiras, gostaria de cumprimenta-lo pelo excelente trabalho na condução desta importante comissão. Cumprimento também a todos os delegados e delegadas presentes, na figura de seus porta-vozes.
     
  2. Queremos cumprimentar especialmente o Comitê de Peritos pela qualidade e técnica com que vêm desempenhando seu mandato. Ressaltamos que sua isenção, profissionalismo e experiência transformaram esse Comitê em referência inequívoca nas discussões relativas às relações trabalhistas.

     
  3. Para nós, trabalhadores, o Comitê de Peritos desempenha uma função insubstituível no sistema tripartite desta organização. A técnica e a imparcialidade dos peritos não podem ser questionadas ou colocadas em dúvida só porque seus comentários podem ser, eventualmente, desfavoráveis a nossas proposições. A função dos peritos é imprescindível na orientação dos debates capazes de gerar o necessário equilíbrio dessa organização. Aqueles que atacam o comitê de peritos, atacam a própria organização.
     
  4. A gravidade das violações trazidas pela lei 13.467 se reflete nas severas observações e solicitações ao Governo Brasileiro,  contidas na página 65 (versão em espanhol).
     
  5. Este caso é o mais grave ataque aos direitos dos Trabalhadores em toda a história de nosso país; é o mais grave ataque aos direitos sindicais da história brasileira; é uma grave violação às Convenções 98 e 154; é, por fim, um grave desrespeito à OIT e seus órgãos de controle.
     

  6. Parte relevante de nossa discussão foi iniciada ainda no ano de 2001, repito: no ano de 2001, quando o Governo Brasileiro pretendeu aprovar uma lei que permitiria a retirada de direitos dispostos em lei por meio de negociações coletivas. Em 2002, repito: no ano de 2002 respondendo a consulta formulada pela CUT Brasil, o Departamento de Normas afirmou de forma clara que a possibilidade de uma negociação coletiva retirar direitos disposta na legislação nacional, sim, viola as convenções 98 e 154. Portanto, ao contrário do que afirma o governo em seu informe a esta comissão, este debate não é novo.
     
  7. Em 23 de dezembro de 2016, o Governo apresentou à Câmara dos Deputados um projeto de lei que alterava 7 artigos da Consolidação das Leis do Trabalho[1], nossa mais importante norma trabalhista. Posteriormente, em 12 de abril de 2017, o relator do projeto apresentou seu parecer, propondo mais de 100 alterações adicionais, nenhuma proposta por trabalhadores ou feita em consulta com os trabalhadores. Ressalto que consultas feitas no âmbito legislativo não atendem aos requisitos mínimos do tripartismo. Além da absoluta falta de consulta aos representantes dos trabalhadores, nem mesmo importantes setores ligados ao mundo do trabalho como a Associação Nacional dos Juízes do Trabalho, o Ministério Público do Trabalho ou a Associação de Advogados Trabalhistas foram ouvidos.
     
  8. Em abril de 2017, o Ministério Público do Trabalho, órgão que integra o Estado Brasileiro, apresentou uma carta ao Departamento de Normas demonstrando sua preocupação com o projeto de lei. Em resposta, o Departamento reiterou a posição oferecida ainda em 2002 e reafirmou expressamente que a negociação coletiva não pode retirar direitos previstos em lei, sob pena de violação às Convenções 98 e 154.
     
    Aelson (CSB), Guy Ryder (Diretor Geral da OIT), Clovis Renato (Assessor Técnico CIT/OIT)
  9. Caros Delegados, apesar da grande publicidade dada às consultas e ao conteúdo do Relatório do Comitê de Peritos, o projeto da Reforma Trabalhista foi aprovado em julho de 2017, e, repito, sem que os trabalhadores fossem efetivamente consultados. O princípio do diálogo social pressupõe consultas exaustivas aos interlocutores sociais, o que definitivamente não ocorreu.
     
  10. A lei traz um enfraquecimento geral de todo o sistema de proteção dos trabalhadores, atacando a organização sindical e o direito dos trabalhadores de buscar auxilio judicial para suas demandas, impondo pesados ônus financeiros àqueles que o fazem. Nesse tema repudiamos qualquer prática no sentido de constranger e perseguir Magistrados do Trabalho que na sua atividade jurisdicional têm aplicado a lei sob enfoque jurídico distinto.
     
  11. Com o argumento de modernizar as relações laborais no Brasil, a nova lei, em verdade, é um retorno a parâmetros pré-modernos de relações jurídicas, pautadas pela ideia há muito superada, da plena liberdade de contratação, como se as duas partes de uma relação laboral dispusessem dos mesmos poderes de negociação. Esse retrocesso fica claro quando a lei permite que negociações individuais revoguem a aplicação de acordos ou convenções coletivas em nítida violação ao art. 4 da Convenção 98.
     

  12. Por outro lado, sob o argumento de que combateria o trabalho informal, a nova lei procurou legalizar diversos tipos de trabalho precário.  Regulamentou uma série de absurdos, por exemplo, a possibilidade de mulheres grávidas e lactantes poderem trabalhar em locais insalubres.

Memória - Sou 60


O que é envelhecer para você? - Sou 60


Felicidade consumista (Steve Cutts)


Movimento Sindical Internacional









Organizações Mundiais
Diversas correntes obreiras (socialistas, social-democratas, anarquistas, comunistas, cristãos, trotikistas, autônomos)
Associação Internacional de Trabalhadores (1864-1876)
Internacional de Saint-Imier
(1872-1877)
Após a expulsão de Bakunin e anarquistas da AIT
Século XX
Federação Sindical Internacional
(FSI – 1901 a 1945)
Tendência comunista – transformou-se em FSM
Chamada pejorativamente de Internacional de Ámsterdam por la Profintern
Confederação Internacional de Organizações Sindicais Livres (CIOSL)
Majoritária e de origem social-democrata
Confederação Mundial do Trabalho
(CMT)
Origem cristã
Federação Sindical Mundial
(Origem comunista)
Profitern - Internacional Vermelha dos Sindicatos Trabalhistas
(Red International of Labor Unions - RILU)
1921-1937
Contraponto à FSI
Confederação Sindical Internacional (CSI)
CIOSL e CMT se dissolveram em 2006 para conformar organizações regionais unitárias
Ligação na América é a CSA (Confederação Sindical das Américas)
Alternativa Democrática Sindical das Américas
Surgiu de um rompimento com a CSA (Confederação Sindical das Américas)
2017

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Feiticeiro da Amazônia (Repórter Record Investigação)


Genebra: "Consulado é a embaixada do Brasil junto à comunidade"


Embaixadora oferece almoço na residência oficial à Delegação do Brasil na 107ª COIT


Por Lourdes Sola

São muitas as histórias com final feliz de brasileiros atendidos pelo Consulado Geral do Brasil em Genebra. As pessoas são bem tratadas e resolvem seus problemas com rapidez. Nas últimas eleições, nada de filas: os funcionários e muitos voluntários recebiam os eleitores em 14 seções no centro Palexpo de Genebra.
Clovis Renato e Presidente da CSB Antônio Neto

O segredo do sucesso está na equipe de atendimento: um time de 18 pessoas, coordenado pela embaixadora Maria Nazareth Farani Azevêdo. Desde que assumiu o consulado, em setembro de 2013, a diplomata traçou metas para melhorar o atendimento ao público e o bem-estar de seus funcionários.

Em julho deste ano, o consulado mudou de sede: uma área de 790 metros quadrados, capaz não só de oferecer os serviços notariais, mas também de promover eventos culturais aos brasileiros da suíça francesa. swissinfo.ch entrevistou a embaixadora.

Suíça: Ataques e defesas sobre a Reforma Trabalhista na OIT







Carta Aberta da ANAMATRA

Defender a independência funcional da Magistratura na aplicação da Lei 13.467/2017, relativa à reforma trabalhista. O argumento foi levado pela vice-presidente da Anamatra, Noemia Porto, e pela diretora de Cidadania e Direitos Humanos da entidade, Luciana Conforti, aos participantes da 107ª Conferência Internacional do Trabalho, evento promovido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra, até o dia 8 de junho.
Estrutura da ONU





Uma das ocasiões em que a carta foi entregue aconteceu nesta quinta (31/5), durante reunião promovida pela Confederação Latino-Americana e Caribe dos Trabalhadores e das Trabalhadoras Estatais (CLATE). O encontro teve por objetivo debater “O Futuro do Trabalho no Serviço Público”, tema que se insere na temática da Conferência e reuniu diversas representações de trabalhadores, empregadores e governos de países latino-americanos.

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Andarilhos explicam motivos que os levaram para as ruas



João Gilberto - Chega De Saudade (Álbum Completo 1959)


Crack, repensar


Aparecida de Goiânia e a morte de jovens por jovens (Repórter Record - 2014)


A viúva negra do sertão


Documentário VIPs - Histórias Reais de um Mentiroso


Superdicas para falar bem em público (Reinaldo Polito)


quarta-feira, 30 de maio de 2018

7 FAMOSOS QUE PERDERAM TUDO


EX-JOGADOR DA SELEÇÃO BRASILEIRA VIRA MORADOR DE RUA EM LISBOA


Filhos do crack (Profissão Repórter)

Bruna Surfistinha "A cocaína foi o momento mais baixo da minha vida"


Dependência química


Relatos do crack

Como falar bem em público (R. Polito)


terça-feira, 29 de maio de 2018

Mãe com Síndrome de Down com filho sem a síndrome


Depressão e obesidade na vida de um médico


GENEBRA E O LAGO LEMAN


Experiência espiritual e Religião (Aila Pinheiro)


A IMPORTANCIA DE PAULO NOS ENSINAMENTOS DE JESUS - Aila Pinheiro


O Jusnaturalismo de Kant (A. Mascaro)


Madre Teresa de Calcutá (Biografia)


Biografia - Vianna de Carvalho


Brasil na lista suja da OIT

Nota Oficial das Centrais Sindicais

Movimento Sindical e Anamatra 
A OIT - Organização Internacional do Trabalho decidiu nesta terça feira, 29 de maio, incluir o Brasil na lista dos 24 países violadores das suas convenções e normas internacionais do trabalho.

PGT, Antônio Neto (CSB) e Clovis Renato na 107 Conferência da OIT


A inclusão do Brasil na lista se deu em decorrência da aprovação da Reforma Trabalhista (Lei 13.467/17) que retirou dezenas de direitos das trabalhadoras e trabalhadores brasileiros, violando normas fundamentais da OIT, especialmente a Convenção 98, ratificada pelo Brasil, que trata do Direito de Sindicalização e de Negociação Coletiva. A OIT avalia que a possibilidade do negociado prevalecer sobre o legislado para retirar ou reduzir direitos e de ocorrer negociação direta entre trabalhador e empregador, sem a presença do Sindicato, são dispositivos que contrariam a referida convenção.


Esta decisão da OIT, uma agência da ONU – Organização das Nações Unidas, confirma as denúncias das Centrais contra as práticas antissindicais do governo que se tornaram ainda mais graves com a tramitação do projeto da reforma no Congresso Nacional, aprovada sem diálogo com as representações de trabalhadores e trabalhadoras, neste caso, violando também a Convenção 144 da OIT.


Diante da decisão da OIT, os trabalhadores e trabalhadoras brasileiros esperam agora que o governo reconheça a gravidade do erro cometido e faça a revogação imediata da reforma trabalhista.

Genebra, 29 de maio de 2018.


CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros
CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil
CUT – Central Única dos Trabalhadores
FS – Força Sindical
NCST - Nova Central Sindical de Trabalhadores
UGT - União Geral dos Trabalhadores

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Reginaldo Manzotti

Combate à tristeza na Bíblia (Filipenses e Eclesiástico)

Filipenses 4:4-9

Alegrem-se sempre no Senhor. Novamente direi: Alegrem-se!

Seja a amabilidade de vocês conhecida por todos. Perto está o Senhor.

Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus.

E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus.

Finalmente, irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas.

Ponham em prática tudo o que vocês aprenderam, receberam, ouviram e viram em mim. E o Deus da paz estará com vocês.

Eclesiástico 30, versículos 22-27

22. Não entregues tua alma à tristeza, não atormentes a ti mesmo em teus pensamentos.
23. A alegria do coração é a vida do homem, e um inesgotável tesouro de santidade. A alegria do homem torna mais longa a sua vida.
24. Tem compaixão de tua alma, torna-te agradável a Deus, e sê firme; concentra teu coração na santidade, e afasta a tristeza para longe de ti,
25. pois a tristeza matou a muitos, e não há nela utilidade alguma.
26. A inveja e a ira abreviam os dias, e a inquietação acarreta a velhice antes do tempo.
27. Um coração bondoso e nobre banqueteia-se continuamente, pois seus banquetes são preparados com solicitude.

terça-feira, 15 de maio de 2018

A história de Eliana e Paulo


Eliana Zagui no Jo - escritora e pintora com a boca


48 anos em um hospital - Paulo Henrique Machado

Vale a pena viver

Abandonados em hospitais


O Decalogo da Serenidade


Narcóticos Anônimos (NA)

Neuróticos Anônimos (NA)