Desde: 01.06.2011

Desde: 01.06.2011
BOM LEMBRAR: “O que nos deve interessar, todavia, é a semeadura do bem. A germinação, o desenvolvimento, a flor e o fruto pertencem ao Senhor.” (André Luiz - ‘Os Mensageiros’). “O valor da tarefa não está na presença pessoal do missionário, mas no conteúdo espiritual do seu verbo, da sua exemplificação e da sua vida” (Paulo e Estevão. Emmanuel/JC). Há publicações conforme o mote da página: *Vida/Espiritualidade *Arte; *Direito. Email do editor: clovisrenatof@yahoo.com.br / Contato: (85) 9901.8377. Fortaleza/Ceará/Brasil

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Arte: Das vantagens de ser bobo (Clarice Lispector. Por Aracy Balabanian)

Arte: ESSE DESEMPREGO (Bertolt Brecht. Por: Gestus)


Gestus - Poemas de Brecht gravados pela Cia. do Porão (Núcleo 33 de teatro da Fundação das Artes de São Caetano do Sul) para apresentação do espetáculo A Padaria. Ricardo Ventura

Arte: CARTILHA DE GUERRA (Bertolt Brecht . Por: Gestus)


Gestus - Poemas de Brecht gravados pela Cia. do Porão (Núcleo 33 de teatro da Fundação das Artes de São Caetano do Sul) para apresentação do espetáculo A Padaria. Talita Almeida e Danilo Nunes

Arte: PRECISAMOS DE VOCÊ (Bertolt Brecht. Por: Gestus)



Gestus - Poemas de Brecht gravados Gestus - Poemas de Brecht gravados pela Cia. do Porão (Núcleo 33 de teatro da Fundação das Artes de São Caetano do Sul) para apresentação do espetáculo A Padaria. Ana Borges

Arte: OS QUE LUTAM (Bertolt Brecht. Por: Gestus)



Gestus - Poemas de Brecht gravados pela Cia. do Porão (Núcleo 33 de teatro da Fundação das Artes de São Caetano do Sul) para apresentação do espetáculo A Padaria. Pedro Alcântara

Arte: O ANALFABETO POLÍTICO (Bertolt Brecht . Por: Gestus)



Gestus - Poemas de Brecht gravados pela Cia. do Porão (Núcleo 33 de teatro da Fundação das Artes de São Caetano do Sul) para apresentação do espetáculo A Padaria. Renata Vasquez

Arte: AOS QUE VIRÃO DEPOIS DE NÓS (Bertolt Brecht. Por: Gestus)



Gestus - Poemas de Brecht gravados pela Cia. do Porão (Núcleo 33 de teatro da Fundação das Artes de São Caetano do Sul) para apresentação do espetáculo A Padaria.
Léia Nogueira

Criação de emprego no mês da Copa cai 79,5%, mostra Caged

Foram criadas 25.363 vagas em junho — o pior resultado para o mês dos últimos 16 anos
Enquanto o Brasil era levado pela onda de festa trazida pela Copa do Mundo, o mercado de trabalho passava por mais um mês difícil. O país registrou abertura de apenas 25.363 vagas formais em junho, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta quinta-feira. O número é 79,5% inferior ao registrado no mesmo mês de 2013 e está abaixo da mediana das expectativas dos analistas consultados pela Reuters, que estimavam a criação de 82 mil vagas. Em maio, foram criados 58.836 postos com carteira assinada — o pior resultado para o período desde 1992. Já a cifra de junho é a pior para o mês dos últimos dezesseis anos, quando foram criados 18.097 empregos com carteira assinada. O saldo é resultado de 1.639.407 admissões e de 1.614.044 demissões.

Emprego na indústria tem pior resultado desde 2009

Segundo IBGE, índice de ocupação caiu 3,1% na comparação com o sexto mês de 2013; segmento de Petróleo e álcool foi o que mais demitiu
Como reflexo da desaceleração econômica e retração da indústria, o nível de emprego no setor industrial caiu 3,1% em junho em relação ao mesmo mês do ano passado, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira. Nessa base de comparação, este é o maior recuo desde novembro de 2009, quando o indicador registrou queda de 3,7%. Ante maio, a ocupação da indústria recuou 0,5%, sem considerar influências temporárias. Assim, o nível de emprego na indústria brasileira caiu 2,3% no primeiro semestre de 2014 e, em 12 meses até junho, 1,9%.

Desemprego fica estável em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo

IBGE divulgou dados incompletos por causa da greve dos servidores da instituição. Taxa de desocupação
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira a Pesquisa Mensal de Emprego e Salário, outra vez com dados incompletos por causa da greve dos servidores da instituição em Porto Alegre e Salvador. Assim, o órgão apresentou resultados (sem grandes variações) de apenas quatro das seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo instituto.
Em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo, a taxa de desocupação  (proporção de pessoas desocupadas em relação à população economicamente ativa) ficou praticamente estável em junho de 2014 relação ao mês anterior, em 3,9%, 3,2% e 5,1%, respectivamente. Já em Recife, a taxa caiu de 7,2% para 6,2% entre o quinto e sexto mês do ano. Em relação a junho de 2013, a taxa caiu 1,5 ponto porcentual (p.p.) em São Paulo; 2,1 p.p. no Rio; 0,3 p.p. em Recife; e 0,2% em Belo Horizonte.
O contingente de desocupados (pessoas sem trabalho que estão tentando se inserir no mercado) também não teve mudanças significativas nas quatro regiões, quando comparados dados de junho com maio de 2014. Mas, na relação com junho de 2013, o número de pessoas sem emprego caiu 24,3% em São Paulo e 40,3% no Rio de Janeiro. Em Recife e Belo Horizonte não houve alteração que seja importante em termos estatísticos.
O montante de trabalhadores com carteira assinada manteve-se estável nas quatro regiões, tanto na comparação com o mês anterior quanto com junho de 2013. Mas, a proporção de empregados sem carteira assinada no setor privado caiu 17,7% em São Paulo na comparação de junho deste ano e do ano passado. As demais regiões apresentaram estabilidade frente a maio de 2014 e junho de 2013.
Salário - Na passagem de maio para junho, o rendimento médio dos trabalhadores caiu 1% em Recife, 2,2% em Belo Horizonte, 0,5% no Rio de Janeiro e 1,6% em São Paulo. Na comparação com junho de 2013, o salário dos trabalhadores de Recife subiu 3,9%, enquanto o dos empregados no Rio de Janeiro aumentou 6,5% e de São Paulo cresceu 0,6%. Em Belo Horizonte, não houve variação anual.

Austrália recruta profissionais em 192 carreiras

País da Oceania vai oferecer vistos temporário e permanente
O Departamento de Imigração da Austrália noticiou nesta semana a abertura de vagas para profissionais estrangeiros que atuam em 192 carreiras. Os postos são para diversas áreas, entre elas medicina, engenharia, enfermagem, odontologia e carpintaria. As contratações terão início em 2015.
O recrutamento busca candidatos com formação técnica ou de nível superior que tenham experiência consolidada no país de origem e domínio da língua inglesa. Os aprovados poderão receber visto de trabalho permanente ou temporário na Austrália, que garante todos os direitos trabalhistas e proteção aos profissionais.

Criação de emprego em 2013 foi puxada pelo funcionalismo público

Segundo levantamento do Ministério do Trabalho, de 1,4 milhão de vagas criadas no ano passado, 27,8% são de servidores estatutários, ou seja, ligados a órgãos públicos
O Brasil criou 1,49 milhão de vagas líquidas de trabalho em 2013, ou seja, já consideradas as demissões do período. Os dados constam da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), um banco de dados que as empresas são obrigadas a preencher anualmente e enviar ao Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE). A diferença entre a Rais e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo MTE mensalmente, é que o primeiro engloba todas as vagas formais, incluindo celetistas (contratados no regime da CLT), estatutários (servidores públicos), temporários e avulsos. Isso significa que a Rais mostra um panorama mais fiel do mercado de trabalho.

Piloto do jato em que morreu Campos relatou cansaço de voar no Facebook

Há cinco dias, Marcos Martins postou na rede social: 'Cansadaço, voar voar e voar'
RIO e SÃO PAULO — Cinco dias antes da tragédia com o jato no qual viajava o presidenciável Eduardo Campos, um dos pilotos que morreu, Marcos Martins, disse no Facebook que não estava tendo tempo para descansar, devido às viagens que vinha fazendo acompanhando as campanhas eleitorais.
"Cansadaço, voar voar e voar . E amanhã tem mais. Recife", postou no dia 8 de agosto, pelo Facebook.
Em outra postagem, ele conta: "Cada lugar. Parece que ainda estou na África. Fim de mundo isto é Nordeste..", referindo-se ao Centro de Arapiraca.

Contra o uso de agrotóxicos

MST - Movimento dos Trabalhadores Sem Terra: Atualmente, o Brasil é o país que mais usa agrotóxicos no mundo, e a tendência é que o uso de venenos nas lavouras do agronegócio só aumente.

#Nãoqueremosveneno!

Luz misteriosa causa medo em Canindé - População acredita que seja disco voador

A comunidade de Salgado Ingá, no município de Canindé, tem se impressionado cada vez mais com luzes que aparecem à noite e chamam a atenção dos moradores. Nas últimas semanas o fenômeno tem aparecido, e a suspeita é que seja um disco voador.
Os residentes da cidade estão preocupados, já que não sabem de onde vem aquela luz. Uma das moradoras ligou para a rádio local muito aflita, quando o episódio acontecia. Ela contou por telefone que na hora ficou muito quente e muitos moradores deixaram de sair de casa com medo.
 “Eu vi uma tocha vermelha muito forte, e ela ficou parada. Eu poderia descrever como um disco voador, uma coisa que eu nunca vi”, conta uma residente, ao ficar de cara com a luz. Já a mulher que ligou para a rádio relatou que tentou clarear a luz com uma lanterna, mas ela aumentou e tentou “descer à terra”.

MTE publica resolução sobre negativa de registro de estatuto sindical por cartórios de SP

Entidades que sofrerem perseguição dos cartórios por terem mandatos superior a três anos terão o registro reconhecido pelo Ministério do Trabalho e Emprego
Em resolução publicada em 14 de agosto de 2014, no Diário Oficial da União, o Ministério do Trabalho e Emprego informa que os sindicatos que receberem negativa dos cartórios do Estado de São Paulo para o registro de seu estatuto ou atas eleitorais deverão apresentar ao MTE este documento acompanhado da negativa cartorária, para depósito e registro no Cadastro Nacional de Entidades Sindicais (CNES).

FENASPS: Ministério da Saúde publica notas técnicas sobre conversão de tempo especial

Nota técnica CGESP/SAA/SE/MS n° 16, de 10 de julho de 2014

Nota técnica CGESP/SAA/SE/MS n° 17, de 10 de julho de 2014

Parte 2: http://www.fenasps.org.br/images/stories/pdf/nt17-2.pdf

Fonte: FENASPS

Planejamento altera regra para concessão de aposentadoria especial a servidores.
O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão orientou os órgãos do sistema de pessoal civil da administração pública federal a dispensar ordem judicial para análise dos pedidos de aposentadoria especial de servidores públicos. O órgão decidiu se adequar à Súmula Vinculante nº 33, publicada em abril deste ano pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
A aposentadoria especial é um benefício do Regime Geral de Previdência Social, que se aplica principalmente à iniciativa privada. Ele é concedido a quem tenha trabalhado em condições prejudiciais à saúde ou à integridade física. Segundo a assessoria de comunicação do Planejamento, em geral, servidores públicos e sindicatos representativos da categoria recorriam a mandados de injunção para pleiteá-lo.
Ainda de acordo com a assessoria, a dispensa de manifestação judicial não significa que a aprovação do benefício será automática. Uma orientação normativa publicada no Diário Oficial da União estabelece regras para a análise dos pedidos e concessão do benefício.
A decisão foi publicada ontem (23), mas o Ministério do Planejamento divulgou nota a respeito somente hoje (24). De acordo com o texto, “a observância direta da Lei n° 8.213/91 [que rege os planos de benefícios da Previdência Social] irá desburocratizar a obtenção do benefício”.
Segundo Josemilton Costa, secretário-geral da Confederação dos Trabalhadores do Serviço Público Federal (Condsef), a orientação aos órgãos públicos não é suficiente. “Isso é um avanço, mas precisamos regulamentar em lei a aposentadoria especial do servidor público federal”, disse. Segundo ele, a concessão do benefício ao servidor público está prevista na Constituição Federal.

Brasileiro ganha 'Nobel' da matemática

Carioca de 35 anos, Artur Avila é premiado com Medalha Fields, maior prêmio da sua área no mundo
POR CESAR BAIMA
SEUL, Coreia do Sul - Um carioca de 35 anos se tornou o primeiro brasileiro a receber a prestigiada Medalha Fields, considerada o prêmio Nobel da matemática. Artur Avila foi anunciado como merecedor da láurea máxima da União Internacional de Matemática (IMU, na sigla em inglês), durante o Congresso Internacional de Matemáticos, nesta terça-feira, quarta de manhã em Seul, na Coreia do Sul, onde o evento acontece. A medalha é entregue a cada quatro anos, a no mínimo dois e no máximo quatro profissionais com menos de 40 anos cujos trabalhos um comitê secreto julga terem sido fundamentais para o avanço da matemática. Junto com Avila, este ano a Fields foi entregue também ao canadense Manjul Bhargava, ao austríaco Martin Hairer e à iraniana Maryam Mirzakhani.

Chega de Excelências, senhores!

Numa verdadeira República, a qual o Brasil há de fundar, o único tratamento formal possível será o de "senhor", da nossa tradição popular.
Em 13/6, um juiz do Paraná desmarcou uma audiência porque um trabalhador rural compareceu ao fórum de chinelos, conduta considerada "incompatível com a dignidade do Poder Judiciário".
Não muito antes, policiais do Distrito Federal fizeram requerimento para que fossem tratados por "Excelência", tal qual promotores e juízes.
Há alguns meses, foi noticiado que outro juiz, este do Rio de Janeiro, entrou com uma ação judicial para obrigar o porteiro de seu condomínio residencial a tratar-lhe por "doutor".

Mulher fica amiga de mendigo em São Paulo. Ninguém poderia imaginar o que aconteceria depois…

Raimundo Arruda Sobrinho era mais um mendigo na cidade de São Paulo. Ele era conhecido localmente por sentar e escrever todos os dias no mesmo lugar. Foi assim por 35 anos… até que em abril de 2011 uma mulher chamada Shalla Monteiro ficou amiga de Raimundo.
Impressionada com o trabalho poético de Raimundo e querendo ajudar em seu sonho de publicar um livro, Shalla criou uma página no Facebook para mostrar o que o morador de rua vinha escrevendo por tantos anos.
Nenhum dos dois poderia esperar o que aconteceu em seguida.
O próprio Facebook fez questão de participar da história e produziu o vídeo de 4m30s que você vê abaixo. Clique no play, assista até o final e se surpreenda com o desfecho dessa história.

Estudo recém-divulgado estima que, até o fim deste ano, haverá cerca de 50 mil de cidadãos do Haiti no Brasil

POR MARIANA SANCHES
CASCAVEL e MARINGÁ (PR) - O suor que escorre pelo rosto se junta à poeira negra do carvão e tinge a face e os braços de Ivon Belisarie. A fuligem avermelha seus olhos. Desde que chegou ao Brasil, há dois anos e meio, de segunda a sábado, das 8h às 17h, o imigrante haitiano corta madeira, abastece fornos que produzem carvão vegetal e ensaca o produto que será enviado a centros urbanos do país, numa carvoaria em Maringá (PR). Ele não se senta um minuto. Emagreceu tanto que está abaixo do peso.
No terremoto de 2010, além de nove parentes, Ivon perdeu o patrão, um empresário haitiano do ramo de arroz para quem trabalhava como motorista havia 15 anos. Percebeu então que a permanência no Haiti ficara inviável. Trocou o conforto do ar-condicionado de veículos esportivos pelo calor, a poeira negra e a insalubridade da carvoaria. E a companhia ruidosa dos filhos pela solidão de sequer ter dinheiro para telefonar para casa.

Johann Heinrich Pestalozzi

Johann Heinrich Pestalozzi (Zurique, 12 de janeiro de 1746 — Brugg, 17 de fevereiro de 1827) foi um pedagogista suíço e educador pioneiro da reforma educacional.
Biografia
Seu pai morreu quando ainda era criança, foi criado pela mãe, sua família empobreceu. As dificuldades para sobreviver fortaleceram sua alma ainda na infância. Ele conheceu de perto o preconceito social e teve de lutar muito para se tornar conhecido numa sociedade dividida entre nobres e plebeus e entre ricos e pobres. Durante esse período recebeu orientação religiosa protestante, mas considerava-se sempre um cristão, sem defender qualquer religião.
Após a leitura do Emílio, de Rousseau, Pestalozzi foi influenciado pelo movimento naturalista e tornou-se um revolucionário, juntando-se aos que criticavam a situação política do país.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Pestalozzi e seu método educacional


Arte: Para Sempre Pestalozzi (Filme)

Espiritualidade: Combate à vaidade – Prece de Aniceto (Os Mensageiros)

Prece feita por Aniceto:
 “Senhor, ensina-nos a receber as bênçãos do serviço! Ainda não sabemos, Amado Jesus, compreender a extensão do trabalho que nos confiaste! Permite, Senhor, possamos formar em nossa alma a convicção de que a Obra do Mundo te pertence, a fim de que a vaidade não se insinue em nossos corações com as aparências do bem!
Dá-nos, Mestre, o espírito de consagração aos nossos deveres e desapego aos resultados que pertencem ao teu amor!
Ensina-nos a agir sem as algemas das paixões, para que reconheçamos os teus santos objetivos!
Senhor Amorável, ajuda-nos a ser teus leais servidores,
Mestre Amoroso, concede-nos, ainda, as tuas lições,
Juiz Reto, conduze-nos aos caminhos direitos,
Médico Sublime, restaura-nos a saúde,
Pastor Compassivo, guia-nos à frente das águas vivas,
Engenheiro Sábio, dá-nos teu roteiro,
Administrador Generoso, inspira-nos a tarefa,
Semeador do Bem, ensina-nos a cultivar o campo de nossas almas.
Carpinteiro Divino, auxilia-nos a construir nossa casa eterna,
Oleiro Cuidadoso, corrige-nos o vaso do coração,
Amigo Desvelado, sê indulgente, ainda, para com as nossas fraquezas,
Príncipe da Paz, compadece-te de nosso espírito frágil, abre nossos olhos e mostra-nos a estrada de teu Reino!

Espiritualidade: Têm bom ânimo e caminha! (Os Mensageiros)

“[...] a fé não constitui uma afirmativa de lábios, nem uma adesão de ordem estatística. [...] sim, uma fonte d’água viva, nascendo espontaneamente em minha alma.
[...] – Agradeçamos a Jesus pelo muito que nos tem dado.
[...] – Lembremo-nos do Senhor em nossas despedidas. Ratifiquemos, irmãos, nossos compromissos de trabalho e testemunho.
[...] precisamos de amigos fortes na fé [...] que nos reavivem o bom ânimo na jornada dos deveres cristãos!...
[...] Não nos faltará no caminho redentor o terno cuidado do Guia Vigilante. Têm bom ânimo e caminha!”

Espiritualidade: Difundir a ideia da vida vitoriosa (Os Mensageiros)

“[...] a ideia da morte não serve para aliviar, curar ou edificar verdadeiramente. É necessário difundir a ideia da vida vitoriosa.”

Espiritualidade: Trabalho preparatório (Os Mensageiros)

“[...] Boa concentração exige vida reta. Para que os nossos pensamentos se congreguem uns aos outros, fornecendo o potencial de nobre união para o bem, é indispensável o trabalho preparatório de atividades mentais na meditação de ordem superior.”

Espiritualidade: Dificuldades na orientação dos vaidosos (Os Mensageiros)

Espiritualidade: Existência como um curso ativo de preparação espiritual (Os Mensageiros)

Espiritualidade: Enfermos que ainda não se dispuseram a procurar o alívio (Os Mensageiros)

“[...] É pesquisador de superfície, como ocorre com muita gente. Tudo espera dos outros, examina seu semelhante, mas não ausculta a si mesmo. Quer a realização divina sem o esforço humano; reclama a graça, formulando a exigência; quer o trigo da verdade, sem participar da semeadura; espera a tranquilidade pela fé, sem dar-se ao trabalho das obras; estima a ciência, sem consultar a consciência; prefere a facilidade, sem filiar-se à responsabilidade, e, vivendo no torvelinho de continuadas libações, agarrado aos interesses inferiores e à satisfação dos sentidos físicos, em caráter absoluto, está aguardando mensagens espirituais...
[...] enfermos que ainda não se dispuseram a procurar o alívio, pelo demasiado apego à sensação.”

Espiritualidade: Responsabilidades no trabalho espiritual (Os Mensageiros)

Espiritualidade: Preocupar-se com a semeadura do bem, não com os resultados (Os Mensageiros)

“[...] não deveria socorrer utilizando apenas a firmeza e a energia, mas também a ternura e a compreensão.
[...] – André, a excessiva contemplação dos resultados pode prejudicar o trabalhador. Em ocasiões como esta a vaidade costuma acordar dentro de nós, fazendo-nos esquecer o Senhor. Não olvides que todo o bem procede dEle, que é a luz dos nossos corações. Somos seus instrumentos nas tarefas de amor. O servo fiel não é aquele que se inquieta pelos resultados, nem o que permanece elevado na contemplação deles, mas justamente o que cumpre a vontade divina do Senhor e passa adiante.
[...] agradeça a Jesus e não a mim, que sou apenas obscuro servidor.
[...] As atividades de assistência [...] se processam conforme observam aqui. Alguns se sentem curados, outros acusam melhoras, e a maioria parece continuar impermeável ao serviço do auxílio. O que nos deve interessar, todavia, é a semeadura do bem. A germinação, o desenvolvimento, a flor e o fruto pertencem ao Senhor.

Espiritualidade: Recursos ao trabalhador sincero (Os Mensageiros)

“[...] a morte física não significa renovação para quem não procurou renovar-se.
[...] é natural que o trabalhador sincero e eficiente receba recursos sempre mais vastos.”

Espiritualidade: A vida não é um roubo incessante (Os Mensageiros)

“[...] Ensinemos aos nossos irmãos que a vida não é um roubo incessante, em que a planta lesa o solo, o animal extermina a planta e o homem assassina o animal, mas um movimento de permuta divina, de cooperação generosa, que nunca perturbamos sem grave dano à própria condição de criaturas responsáveis e evolutivas! Não condenemos! Auxiliemos sempre!”

domingo, 17 de agosto de 2014

Espiritualidade: Não desprezemos as lições (Os Mensageiros)

Espiritualidade: Dever nos trabalhos espirituais (Os Mensageiros)

“[...]
[...]

Espiritualidade: No santuário doméstico (Os Mensageiros)

“[...]sem a bênção do lar, nunca haverá felicidade verdadeira.
- Bem aventurados os que cultivam a paz doméstica [...]
[...] Não temos o direito de perturbar a ordem das coisas.
[...]

Espiritualidade: Valorizar as bênçãos de Jesus (Os Mensageiros)

“[...] cada qual receberá a luz espiritual conforme a própria capacidade.
[...] Jesus abençoa o pão e a água de todas as criaturas que sabem agradecer as dádivas divinas.
[...] amar e esperar [...] 

Espiritualidade: A ciência de começar (Os Mensageiros)

“[...] Aprendamos, meus filhos, a ciência de começar, lembrando a bondade de Jesus a cada instante. O Mestre não nos desampara, segue-nos amorosamente, inspira-nos o coração. Tenhamos, sobretudo, confiança e alegria!”

Espiritualidade: Nós e o grão de mostarda mencionado por Jesus (Os Mensageiros)

Espiritualidade: Auxilia-nos a acender a lâmpada da Sublime Procura - Prece de Ismália (Os Mensageiros)

Espiritualidade: O que aguardar (Os Mensageiros)

1) “[...] tudo de bom deve aguardar do destino quem saiba servir ao bem e trabalhar com esperança.
[...] No exterior, o trabalho é rigoroso e incessante, mas, dentro de nós, existe uma tranquilidade que nós mesmos dificilmente podemos compreender.”
2) “[...] Todo aquele que opere, e coopere de espírito voltado para Deus, poderá aguardar sempre o melhor. Não é promessa de amizade. É lei.”

Espiritualidade: Casamento (Os Mensageiros)

“[...] o casamento humano é um dos mais belos atos da existência na Terra.
[...] num casamento de almas, é indispensável apurar o enxoval dos sentimentos. [...] adquirindo valores morais e aprimorando o campo do pensamento.”

Espiritualidade: O bem sempre prevalece (Os Mensageiros)

“[...] Onde a maioria vive com a bondade, a maldade da maioria tende sempre a desaparecer.
[...] mas em nosso meio há muita gente que se revolta. É mais fácil remediar o que geme, que atender ao revoltado.
[...] lições sobre o sacrifício e o merecimento, o compromisso fraterno e a solidariedade compensadora.”

Espiritualidade: Desculpismo diante das obrigações (Os Mensageiros)

Espiritualidade: Voluntariado para causas espirituais (Os Mensageiros)

“[...] Raramente encontramos companheiros encarnados com bastante disposição para amar o trabalho pelo trabalho, sem ideia de recompensa. A maioria está procurando remuneração imediata.”

Espiritualidade: Preparação do campo mental dos doentes (Os Mensageiros)

Espiritualidade: Vida Social (Os Mensageiros)

“[...] – Temos, também, aqui, a nossa vida social. Como não? É preciso saber viver.
[...] – É indispensável aprender a servir e passar.”

Espiritualidade: Os que gemem e sofrem estão melhorando (Os Mensageiros)

“[...] É necessário que reconheçamos que os que gemem e sofrem, em qualquer parte, estão melhorando. Toda lágrima sincera é bendito sintoma de renovação.
[...] – O dever possui as bênçãos da confiança, mas a dívida tem os fantasmas da cobrança [...].”

Espiritualidade: Cuidados com o coração e com a mente (Os Mensageiros)

“[...] É preciso que você tenha muito cuidado em não desorganizar a mente. A saudade que fere, impedindo-lhe atender à Vontade Divina, não é louvável nem útil. É enfermidade do coração, precipitando-se em abismos insondáveis do pensamento.
[...] seja do seu vital interesse o fortalecimento do coração. É imprescindível conformarmo-nos com os desígnios do Eterno. Você e sua mulher não ficariam separados se não necessitassem de experiências novas. [...] Deus nos deixa sozinhos, por vezes, a fim de refazermos o aprendizado, melhorando o coração. A soledade, porém, quando aproveitada pela alma, precede o sublime reencontro. Além disso, você não deve ignorar que os filhos pertencem a Deus, que cada um deles precisa definir responsabilidade e cogitar da própria realização.
[...] – Os voos de grandes alturas pedem asas fortes.”

Espiritualidade: O lavrador pode espalhar as sementes à vontade e onde quer que esteja, mas precisa reconhecer que a germinação, o crescimento e o resultado pertencem a Deus (Os Mensageiros)

“[...] Não há prece sem resposta. E a oração, filha do amor, não é apenas súplica. É comunhão entre o Criador e a criatura, constituindo, assim, o mais poderoso influxo magnético que conhecemos. [...] toda prece impessoal dirigida às Forças Supremas do Bem, delas recebe resposta imediata, em nome de Deus.
[...] o Pai visita os filhos necessitados, através dos filhos que procuram compreendê-lo. [...] Ainda que nos demoremos nas lágrimas e nas aflições, jamais permaneceremos ao desamparo. Apenas devemos salientar que as respostas de Deus vão sendo maiores e mais diretas, à medida que se intensifique o nosso merecimento, competindo-nos reconhecer que, para semelhantes respostas, são utilizados todos quantos trazem consigo a luz da bondade, ou já possuem mérito e confiança para auxiliar em nome de Deus.
[...] Façamos todos o bem, sem qualquer ansiedade. Semeemo-lo sempre e em toda a parte, mas não estacionemos na exigência de resultados. O lavrador pode espalhar as sementes à vontade e onde quer que esteja, mas precisa reconhecer que a germinação, o crescimento e o resultado pertencem a Deus.”

Espiritualidade: Cada Espírito tem uma capacidade diferente para receber (Os Mensageiros)

“[...] Seja feita a vossa vontade acima da nossa, mas se é possível, Senhor, deixai que os nossos doentes recebam um raio vivificante do sol da bondade!...
[...] Somos simples devedores, ansiosos de resgatar imensos débitos! Sabemos que vossa bondade nunca falha e esperamos confiantes a bênção de vida e luz!...
[...], mas cada Espírito tem uma capacidade diferente para receber. Essa capacidade é a conquista individual para o mais alto. E como Deus socorre o homem pelo homem e atende a alma pela alma, cada um de nós somente poderá auxiliar os semelhantes e colaborar com o Senhor, com as qualidades de elevação já conquistadas na vida.”

Espiritualidade: Fé sincera é ginástica do Espírito (Os Mensageiros)

“- A fé sincera é ginástica do Espírito. Quem não a exercitar de algum modo, na Terra, preferindo deliberadamente a negação injustificável, encontrar-se-á mais tarde sem movimento.”

Espiritualidade: Aprenda a desfazer-se de aquisições passageiras para ganhar os eternos bens (Os Mensageiros)

“[...] chegam instantes na vida, em que precisamos devolver a Deus o que a Ele pertence.
[...] Não pense no que tem perdido; medite nos bens sublimes que poderá alcançar, diante da vida eterna.
[...] Os laços consanguíneos são importantes, mas, acima deles, vibra a família universal. Há criaturas suportando fardos muito mais pesados que o seu. Aprenda, quanto esteja em suas possibilidades, a desfazer-se de aquisições passageiras, para ganhar os eternos bens.”

Espiritualidade: É preciso manter o perverso a distância (Os Mensageiros)

Lição à cobra (Índia):
“[...] - Mas, minha irmã, houve engano de tua parte. Aconselhei-te a não morderes ninguém, a não praticares o assassínio e a perseguição, mas não te disse que evitasses de assustar os maus. Não ataques as criaturas de Deus, nossas irmãs no mesmo caminho da vida, mas defende a tua cooperação na obra do Senhor. Não mordas, nem firas, mas é preciso manter o perverso a distância, mostrando-lhe os teus dentes e emitindo os teus silvos.”

Espiritualidade: Tudo pertence a Deus, que o homem é simples usufrutuário dos divinos bens (Os Mensageiros)

“[...] tudo pertence a Deus, que o homem é simples usufrutuário dos divinos bens. [...] Aqui se verifica a mesma coisa. Querem dominar antes de se dominarem, exigem antes de dar e entram em perene conflito com o espírito divino da lei. Estabelecido o duelo entre a fantasia deles e a verdade do Pai, resistem às corrigendas do Senhor e transformam-se, esses desventurados, em verdadeiros gênios da sombra, até que, um dia, se decidam a novos rumos.
[...] – Na Crosta, nossos irmãos menos felizes lutam pela dominação econômica, pelas paixões desordenadas, pela hegemonia de falsos princípios.”

Espiritualidade: O esforço individual e o sopro (Os Mensageiros)

“[...] A oração individual, ou coletiva, é sempre vasto reservatório de ensinos edificantes.
[...] em qualquer tempo e situação, o esforço individual é imprescindível. Toda realização nobre requer apoio sério. O bem divino, para manifestar-se em ação, exige a boa vontade humana. Nossos técnicos do assunto não se formaram de pronto. Exercitaram-se longamente, adquiriram experiências a preço alto. Em tudo há uma ciência do começar. São servidores respeitáveis pelas realizações que atingiram, ganham remunerações de vulto e gozam enorme acatamento, mas, para isso, precisam conservar a pureza da boca e a santidade das intenções.
[...] é imprescindível que o homem tenha o estômago sadio, a boca habituada a falar o bem, com abstenção do mal, e a mente reta, interessada em auxiliar. Obedecendo a esses requisitos, teremos o sopro calmante e revigorador, estimulante e curativo. Através dele, poder-se-á transmitir, também na Crosta, a saúde, o conforto e a vida.
[...] No plano carnal, toda boca, santamente intencionada, pode prestar apreciáveis auxílios, notando-se, porém, que as bocas generosas e puras poderão distribuir auxílios divinos, transmitindo fluidos vitais de saúde e reconforto.

Espiritualidade: Devemos suportar toda a produção de mal que levarmos a efeito (Os Mensageiros)

“[...] Ensinam-nos os vizinhos beneméritos que devemos suportar, nos próprios ombros, toda a produção de mal que levarmos a efeito. Somos, finalmente, a casa grande, obrigada a lavar a roupa suja nas próprias dependências.
[...] a prece é uma luz mais intensa no coração dos homens.
[...] Ás vezes [...] é preciso sofrer para compreender as bênçãos divinas.”

Espiritualidade: Ocultar a própria glória (Os Mensageiros)

“[...] Ocultar a própria glória é do código do bom-tom nas sociedades espirituais nobres e santas.
[...] cada lugar mostra a influenciação dos filhos de Deus que o habitam.”

Espiritualidade: Exibição dos bens (Os Mensageiros)

“[...] não é justo humilhar os que sofrem com a exibição de nossos bens.”

Espiritualidade: Saber agradecer (Os Mensageiros)

“Quem não sabe agradecer, não sabe receber e, muito menos, pedir.”

Espiritualidade: Oração no plano espiritual (Os Mensageiros)

“[...] Não podemos abusar da oração aqui, segundo antigas viciações do sentimento terrestre. No círculo carnal, costumamos utilizá-la em obediência a delituosos caprichos, suplicando facilidades que surgiram em detrimento de nossa própria iluminação. Aqui, todavia, André, a oração é compromisso da criatura para com Deus, compromisso de testemunhos, esforço e dedicação aos superiores desígnios. Toda prece, entre nós, deve significar, acima de tudo, fidelidade do coração. Quem ora em nossa condição espiritual, sintoniza a mente com as esferas mais altas e novas luzes lhe abrilhantam os caminhos.
[...] toda a nossa bagagem é a do coração. Na Terra, malas, bolsas, embrulhos; mas, agora, devemos conduzir propósitos, energias, conhecimentos e, acima de tudo, disposição sincera de servir.”

Espiritualidade: Jesus Médico (Os Mensageiros)

Vicente, médico, esclarece:
“[...] No que se refere à Medicina, os colegas em bancarrota espiritual são inúmeros. A saúde humana é patrimônio divino e o médico é sacerdote dela. Os que recebem o título profissional, em nosso quadro de realizações, sem dele se utilizarem a bem dos semelhantes, pagam caro a indiferença. Os que dele abusam são, por sua vez, situados no campo do crime. Jesus não foi somente o Mestre, foi o Médico também. Deixou no mundo o padrão da cura para o Reino de Deus. Ele proporcionava socorro ao corpo e ministrava fé a alma. Nós, porém, meu caro André, em muitos casos terrestres, nem sempre aliviamos o corpo e quase sempre matamos a fé.
[...] Ainda não pensara, de fato, em toda a grandeza do serviço divino de Jesus Médico. Ele expulsara febres malignas, curara leprosos e cegos de nascença, levantava paralíticos, mas nunca ficava apenas nisto. Reanimava os doentes, dava-lhes esperanças novas, convidava-os à compreensão da Vida Eterna.
[...] Todo erro traz fraqueza, e, assim sendo, o nosso colega, por enquanto, não adquiriu forças para se desvencilhar dos algozes. Perante a Justiça Divina, portanto, ele não resgata crimes inexistentes, mas repara certas faltas graves e aprende a conhecer-se a si mesmo, a entender as obrigações nobres e praticá-las, compreendendo, por fim, a felicidade dos que sabem ser úteis com segurança de fé em Deus e em si mesmos. A noção do dever bem cumprido, André, ainda que todos os homens permaneçam contra nós, é uma luz firme para o dia e abençoado travesseiro para a noite.”
André responde:
“[...] Onde existia uma falta, pode haver muitas perturbações; onde apagamos a luz, podemos cair em qualquer precipício”.

Espiritualidade: Nunca se interessou pela verdadeira prática junto de Jesus (Os Mensageiros)

Monteiro esclarece seu fracasso
“[...] Como sabem, é muito difícil escapar à influência do meio, quando em luta na carne.
[...] Em todos os tempos, o vício intelectual pode desviar qualquer trabalhador mais entusiasta que sincero, e foi o que me aconteceu.
[...] O apego às manifestações exteriores desorientou-me por completo.
[...] Andava cego. Não conseguia perceber que a existência terrestre, por si só, é uma sessão permanente. Trabalhava o Espiritismo a meu modo. Toda a proteção e garantia para mim, e valiosos conselhos ao próximo. Ao demais disso, não conseguia retirar a mente dos espetáculos exteriores. Fora das sessões práticas, minha atividade doutrinária consistia em vastíssimos comentários dos fenômenos observados, duelos palavrosos, narrações de acontecimentos insólitos, crítica rigorosa dos médiuns.
[...] Tarde reconhecia que abusara das sublimes faculdades do verbo.
[...] Quando me calei, à espera de palavras que alimentassem o monstro da minha incompreensão, Veneranda sorriu e respondeu: - ‘Monteiro, meu amigo, a causa da sua derrota não é complexa, nem difícil de explicar. Entregou-se, você, excessivamente ao Espiritismo prático, junto dos homens, nossos irmãos, mas nunca se interessou pela verdadeira prática do Espiritismo junto de Jesus, nosso Mestre’.”

Espiritualidade: O fracasso de Belarmino, o doutrinador (Os Mensageiros)

“[...] Minha tragédia angustiosa, porém, é a de todos os que conhecem o bem, esquecendo-lhe a prática.
[...] Os serviços eram promissores, as atividades nobres e construtivas, mas enchi-me de exigências, levado pelo excessivo apego à posição de comando do barco doutrinário. Oito médiuns, extremamente dedicados ao esforço evangélico, ofereciam-me colaboração ativa; contudo, procurei colocar acima de tudo o preceito científico das provas insofismáveis. Cerrei os olhos à lei do merecimento individual, olvidei os imperativos do esforço próprio e, envaidecido com os meus conhecimento do assunto, comecei por atrair amigos de mentalidade inferior no nosso círculo, tão somente em virtude da falsa posição que usufruíam na cultura filosófica e na pesquisa científica. Insensivelmente, vicejaram-me na personalidade estranhos propósitos  egoísticos. Meus novos amigos queriam demonstrações de toda a sorte e, ansioso por colher colaboradores na esfera da autoridade científica, eu exigia dos pobres médiuns longas e porfiadas perquirições nos planos invisíveis. O resultado era sempre negativo, porque cada homem receberá, agora e no futuro, de acordo com as suas próprias obras. Isso me irritava. Instalou-se a dúvida em meu coração, devagarinho. Perdi a serenidade doutro tempo. Comecei a ver nos médiuns, que se retraiam aos meus caprichos, companheiros de má vontade e má fé. Prosseguiam nossa reuniões, mas da dúvida passei à descrença destruidora.
[...]
O Evangelho, todavia, é livro divino e, enquanto permanecemos na cegueira da vaidade e da ignorância, não nos expõe seus tesouros sagrados.
[...]
E assim foi, até que acabei meus dias com uma bela situação financeira no mundo e... um corpo crivado de enfermidades; com um palácio confortável de pedra e um deserto no coração.

Espiritualidade: O bom servo deve estar preparado para o serviço do Senhor, em qualquer circunstância (Os Missionários)

“[...] Nossos atos, Mariana, são muito mais contagiosos que as nossas palavras.
[...] é preciso saber calar antes de tudo.
[...] Aconselhar é sempre útil, mas aconselhar excessivamente pode traduzir esquecimentos de nossas obrigações.
[...] para bem ensinar é necessário exemplificar melhor.”
O fracasso de Mariana
“[...] tive medo de tudo e de todos.
[...] O chamamento ao serviço ressoou no tempo próprio, orientando-me o raciocínio a melhores esclarecimentos; nossos instrutores me proporcionavam os mais santos incentivos, mas desconfiei dos homens, dos desencarnados e até de mim mesma. Nos estudos do plano físico, enxergava pessoas de má fé; nos irmãos invisíveis, presumia encontrar apenas galhofeiros fantasiados de orientadores, e, em mim mesma, receava as tendências nocivas. Muitos amigos tinham-me em conta de virtuosa, pelo rigorismo das minhas exigências; todavia, no fundo, eu não passava de enferma voluntária, carregada de aflições inúteis.
- Foi uma grande infantilidade de sua parte – retrucou a outra -, você olvidou que, na esfera carnal, o maior interesse da alma é a realização de algo útil para o bem de todos, com vistas ao Infinito e à Eternidade. Nesse mister, é indispensável contar com o assédio de todos os elementos contrários. Ironias da ignorância, ataques da insensatez, sugestões inferiores da nossa própria animalidade surgirão, com certeza, no caminho de todo trabalhador fiel. São circunstâncias lógicas e fatais do serviço, porque não vamos ao mundo físico para descanso injustificável, mas para lutar pela nossa melhoria, a despeito de todo impedimento fortuito.
- Compreendo, agora – disse a outra -; todavia, o receio das mistificações prejudicou a minha bela oportunidade.
[...] o bom servo deve estar preparado para o serviço do Senhor, em qualquer circunstância. Não aprendi a ciência da conformação e nem me resignei a percorrer as estradas humanas.”

Espiritualidade: Você não está desamparado (Os Mensageiros)

O desastre de Acelino.
“- Não chore meu caro. Você não está desamparado. [...] Deus não está pobre.
[...] Entretanto, apesar das lições maravilhosas de amor evangélico, inclinei-me a transformar minhas faculdades em fonte de renda material. Não me dispus a esperar pelos abundantes recursos que o Senhor me enviaria mais tarde, após meus testemunhos de trabalho, e provoquei, eu mesmo, a solução dos problemas lucrativos.
[...] Não mais a escola da virtude, do amor fraternal, da edificação superior, e sim a concorrência comercial, as ligações humanas legais ou criminosas, os caprichos apaixonados, os casos de polícia e todo um cortejo de misérias da Humanidade, em suas experiências menos dignas.
[...] Não tenho desculpas, porque estava esclarecido; não tenho perdão porque não me faltou assistência divina.”

Espiritualidade: Não abandonemos nossos deveres a meio da tarefa (Os Missionários)

Telésforo esclarece...
“[...] Necessitamos de servidores que desejem integrar-se na escola evangélica da renúncia.
[...] turmas ao trabalho de disseminação de valores educativos.
[...] A ignorância domina a maioria das consciências encarnadas. E a ignorância é mãe das misérias, das fraquezas, dos crimes.
[...] Esqueçamos os erros do passado e lembremo-nos de nossas obrigações fundamentais.
A causa geral dos desastres mediúnicos é a ausência de noção de responsabilidade e da recordação do dever a cumprir.
[...] Como médiuns, muitos de vós preferíeis a inconsciência de vós mesmos; como doutrinadores, formuláveis conceitos para exportação, jamais para uso próprio.
[...]
Contudo, não abandonemos nossos deveres a meio da tarefa. Votemos ao campo, retificando as semeaduras.
[...] E ninguém espere subir, espiritualmente, sem esforço, sem suor e sem lágrimas!...”

Espiritualidade: A incompreensão dos bons constitui dolorosa prova para todos os trabalhadores sinceros (Os Missionários)

Telésforo esclarece...
“[...] Toda expressão religiosa é sagrada, todo movimento superior de educação espiritual é santo em si mesmo. Temos, então, diante de nós, a incompreensão dos bons, que constitui dolorosa prova para todos os trabalhadores sinceros, porque, afinal, não estamos fazendo obra individual e sim promovendo movimento libertador da consciência humana, a favor da própria ideia religiosa do mundo.
[...] o espírito da Revelação é progressivo, como a alma do homem. As concepções religiosas se elevam com a mente da criatura. Muitas igrejas não compreendem, por enquanto, que não devemos espalhar a crença nos tormentos eternos para os desventurados, e sim a certeza de que há homens infernais criando infernos para si mesmos.
[...] A Ciência progride vertiginosamente no planeta, e, no entanto, à medida que se suprimem sofrimentos do corpo, multiplicam-se aflições da alma.
[...]
[...] o trabalho é necessidade fundamental de cada espírito.
A Humanidade terrena, atualmente, é como um grande organismo coletivo, cujas células, que são as personalidades humanas, se envolvem no desequilíbrio entre si, em processo mundial de reajustamento e redenção.”

Espiritualidade: Tempo de resposta às ações (Os Mensageiros)

Vicente fala a André Luiz:
“[...] tudo vem a seu tempo, tanto no bem quanto no mal.”

Espiritualidade: Preparação não constitui, ainda, a realização propriamente dita (Os Mensageiros)

Tobias esclarece André Luiz:
“- Você não ponderou, todavia, meu caro André, que essa preparação não constitui, ainda, a realização propriamente dita. Saem milhares de mensageiros aptos para o serviço, mas são muito raros os que triunfam. Alguns conseguem execução parcial da tarefa, outros muitos fracassam de todo. O serviço legítimo não é fantasia. É esforço sem o qual a obra não pode aparecer nem prevalecer. Longas fileiras de médiuns e doutrinadores para o mundo carnal partem daqui, com as necessárias instruções, porque os benfeitores da Espiritualidade Superior, para intensificarem a redenção humana, precisam de renúncia e de altruísmo. Quando os mensageiros se esquecem do espírito missionário e da dedicação aos semelhantes, costumam transformar-se em instrumentos inúteis. Há médiuns e mediunidade, doutrinadores e doutrina, como existem a enxada e os trabalhadores. Pode a enxada ser excelente, mas, se falta espírito de serviço no cultivador, o ganho da enxada será inevitavelmente a ferrugem. Assim acontece com as faculdades psíquicas e com os grandes conhecimentos. A expressão mediúnica pode ser riquíssima; entretanto, se o dono não consegue olhar além dos interesses próprios, fracassará fatalmente na tarefa que lhe foi conferida. Acredite, meu caro, que todo trabalho construtivo tem as batalhas que lhe dizem respeito. São muito escassos os servidores que toleram as dificuldades e reveses das linhas de frente. Esmagadora percentagem permanece a distância do fogo forte. Trabalhadores sem conta recuam quando a tarefa abre oportunidade.
[...]
[...] Nossa visão, na Terra, costuma viciar-se no círculo dos cultos externos, na atividade religiosa. Cremos, por lá, resolver todos os problemas pela atitude suplicante. Entretanto, a genuflexão não soluciona questões fundamentais do espírito, nem a mera adoração à Divindade constitui a máxima edificação. Em verdade, todo ato de humildade e amor é respeitável e santo, e, incontestavelmente, o Senhor nos concederá suas bênçãos; no entanto, é imprescindível considerar que a manutenção e limpeza do vaso, para recolhê-las, é dever que nos assiste. Não preparamos, pois, neste Centro, simples postalistas, mas espíritos que se transformam em cartas vivas de Jesus para a Humanidade encarnada. Pelo menos, este é o programa de nossa administração espiritual...
[...]
- Raros triunfam, porque quase todos estamos ainda ligados a extenso pretérito de erros criminosos, que nos deformaram a personalidade. Em cada novo ciclo de empreendimentos carnais, acreditamos muito mais em nossas tendências inferiores do passado, que nas possibilidades divinas do presente, complicando sempre o futuro. É desse modo que prosseguimos, por lá, agarrados ao mal e esquecidos do bem, chegando, por vezes, ao disparate de interpretar dificuldades como punições, quando todo obstáculo traduz oportunidade verdadeiramente preciosa aos que já tenham ‘olhos de ver’.”

Espiritualidade: Instrutor: enriquece observações e intensifica experiências (Os Missionários)

Aniceto fala a André Luiz:
“[...] Aqui, como na Terra, quem alcança a melhor porção, na aulas e demonstrações, não é propriamente o discípulo e sim o instrutor, que enriquece observações e intensifica experiências. Quando o Ministro Espiridião me chamou a exercer o cargo, aceitei-o sob a condição de não perder tempo na melhoria e educação de mim mesmo. [...] Se está, portanto, disposto, não posso recusar-me a aceita-lo.”

Espiritualidade: Descoberta da felicidade de servir (Os Mensageiros)

Aniceto fala a André Luiz sobre o Ministério da Comunicação:
“- Nosso serviço é variado e rigoroso. O departamento de trabalho, afeto à nossa responsabilidade, aceita somente os cooperadores interessados na descoberta da felicidade de servir. Comprometemo-nos, mutuamente, a calar toda espécie de reclamação. Ninguém exige expressão nominal nas obras úteis realizadas, e todos respondem por qualquer erro cometido. Achamo-nos, aqui, num curso de extinção das velhas vaidades pessoais, trazidas do mundo carnal. Dentro do mecanismo hierárquico de nossas obrigações, interessamo-nos tão somente pelo bem divino. Consideramos que toda possibilidade construtiva vem de nosso Pai e esta convicção nos auxilia a esquecer as exigências descabidas de nossa personalidade inferior.

Espiritualidade: Lembre-se da meditação no Evangelho de Jesus (Os Mensageiros)

Narcisa orienta André Luiz, após perceber seus sentimentos:
Lembre-se da meditação no Evangelho de Jesus. Sei que você experimenta intraduzível alegria ao contato da harmonia universal, após o abandono de suas criações caprichosas, mas reconheço que, ao lado das rosas de júbilo, defrontando os novos caminhos que se descerram para a sua esperança, há espinhos de tédio nas margens das velhas estradas inferiores que você vai deixando para trás. Seu coração é uma taça iluminada aos raios do alvorecer divino, mas vazia dos sentimentos do mundo, que a encheram por séculos consecutivos.
Não poderia, eu mesmo, formular tão exata definição do meu estado espiritual.
Narcisa tinha razão. Suprema alegria inundava-me o espírito, ao lado de incomensurável sensação de tédio, quanto às situações da natureza inferior. Sentia-me libertado de pesados grilhões, porém, não mais possuía o lar, a esposa, os filhos amados.
[...]
[...] Quando crescemos para o Senhor, seus ensinos crescem igualmente aos nossos olhos.

Espiritualidade: Descoberta de mim mesmo (André Luiz)

“Experimentava o júbilo da descoberta de mim mesmo. Dantes, vivia à feição do caramujo, segregado na concha, impermeável aos grandiosos espetáculos da Natureza, rastejando no lodo. Agora, entretanto, convencia-me de que a dor agira em minha construção mental, à maneira do alvião peado, cujos golpes eu não entendia de pronto. O alvião quebrara a concha de antigas viciações do sentimento. Libertara-me. Expusera-me o organismo espiritual ao sol da Bondade Infinita. E comecei a ver mais alto, alcançando longa distância.
Pela primeira vez, cataloguei adversários na categoria de benfeitores.
[...] comecei a ouvir o apelo profundo e divino, da Consciência Universal.
[...]
A Natureza recebia-me com transportes de amor. Suas vozes, agora, eram muito mais altas que as dos meus interesses isolados. Conquistava, pouco a pouco, o júbilo de escutar-lhe os ensinamentos misteriosos no grande silêncio das coisas. Os elementos mais simples adquiriram, a meus olhos, extraordinária significação.
[...]
[...] Mas agora... perdera totalmente a paixão pelos assuntos de ordem menos digna. [...] Buscava irmãos necessitados. Desejava saber em que lhes poderia ser útil.”

Espiritualidade: a Natureza não se perturba para satisfazer a pontos de vista da criatura (Emmanuel)

“O homem vulgar costuma estimar as expectativas ansiosas, à espera de acontecimentos espetaculares, esquecendo de que a Natureza não se perturba para satisfazer a pontos de vista da criatura.
A morte física não é salto do desequilíbrio, é passo da evolução, simplesmente.
[...] o que nos leva a grafar este prefácio singelo, não é a conclusão filosófica, mas a necessidade de evidenciar a santa oportunidade de trabalho do leitor amigo, nos dias que correm.
Felizes os que buscarem na revelação nova o lugar de serviços que lhes compete, na Terra, consoante a Vontade de Deus.
O Espiritismo cristão não oferece ao homem tão somente o campo de pesquisa e consulta, o qual raros estudiosos conseguem caminhar dignamente, mas muito mais que isso, revela a oficina de renovação, onde cada consciência de aprendiz deve procurar sua justa integração com a vida mais alta, pelo esforço interior, pela disciplina de si mesma, pelo auto-aperfeiçoamento.
Não falta concurso divino ao trabalhador de boa vontade. [...] É indispensável lavar o vaso do coração para receber a ‘água viva’, abandonar envoltórios inferiores, para vestir os ‘trajes nupciais’ da luz eterna.
[...]
Se procuras, amigo, a luz espiritual; se a animalidade já te cansou o coração, lembra-te de que, em Espiritualismo, a investigação conduzirá sempre ao Infinito, tanto no que se refere ao campo infinitesimal, como à esfera dos astros distantes, e que só a transformação de ti mesmo, à luz da Espiritualidade Superior, te facultará acesso às fontes da Vida Divina. E, sobretudo, recorda que as mensagens edificantes do Além não se destinam apenas à expressão emocional, mas, acima de tudo, ao teu senso de filho de Deus, para que faças o inventário de tuas próprias realizações e te integres, de fato, na responsabilidade de viver diante do Senhor.”

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Seminário - Processos de mudança na América Latina: O desafio da integração (Auditório da Reitoria da UFC)

DATA: 5 de setembro de 2014
HORÁRIO: 8h30min às 21h
LOCAL: Auditório da Reitoria da UFC
OBJETIVO: Propiciar reflexão e discussão do contexto de redefinições e mudanças da América Latina nesta segunda década do século XXI, avaliando o processo de integração latino-americana em seus avanços, suas potencialidades e seus limites.

PROGRAMAÇÃO
08h30min às 9h30min – Mesa de Abertura, com participação da Pró-Reitoria de Extensão UFC, BNB e Coordenação RUPAL.
9h30min às 12h30min – Conferência Prof. Dr. Lúcio Oliver Costilla “Processos de mudança na América Latina: o desafio da integração”
16h – Mesa de Debates da RUPAL: “Brasil e América Latina: Percursos e Dilemas de uma Integração” – Alba Maria Pinho de Carvalho, Carlos Américo Leite Moreira, Eduardo Girão Santiago e Francisco Uribam Xavier de Holanda
18h30min – Lançamento do livro da RUPAL: Brasil e América Latina: Percursos e Dilemas de uma Integração – Lúcio Oliver Costilla

Arte: A Filha Da Chiquita Bacana (Caetano Veloso)

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Espiritualidade: Que Deus nos guie e abençoe (Emmanuel)

“Amigos, Deus nos conceda muita paz.
Agradeço a vossa colaboração, em face de mais este esforço humilde do nosso grupo na propagação dos grandes postulados do Espiritismo evangélico, como agradeço também à Misericórdia divina o bendito ensejo que nos foi concedido. Em nosso modesto estudo da História, um único objetivo orientou as nossas atividades – o da demonstração da influência do Cristo na organização de todos os surtos da civilização do planeta, a partir de sua escultura geológica. [...] revelar, mais uma vez, os ascendentes místicos que dominam os seus departamentos.
Sinto-me feliz com a vossa colaboração dedicada e amiga. Algum dia, Deus  me concederá a alegria de falar dos laços que nos unem de épocas remotas, porque não é sem razão que nos encontramos reunidos e irmanados no mesmo trabalho e ideal.
Reitero-vos, aqui, meu agradecimento comovido e sincero.
[...] Permitirá Deus que sejamos felizes. [...] não ponho em dúvida sua infinita Misericórdia.
Que Deus vos guie e abençoe, conservando-vos a tranquilidade sagrada dos lares e dos corações.”