Desde: 01.06.2011

Desde: 01.06.2011
BOM LEMBRAR: “O que nos deve interessar, todavia, é a semeadura do bem. A germinação, o desenvolvimento, a flor e o fruto pertencem ao Senhor.” (André Luiz - ‘Os Mensageiros’). “O valor da tarefa não está na presença pessoal do missionário, mas no conteúdo espiritual do seu verbo, da sua exemplificação e da sua vida” (Paulo e Estevão. Emmanuel/JC). Há publicações conforme o mote da página: *Vida/Espiritualidade *Arte; *Direito. Email do editor: clovisrenatof@yahoo.com.br / Contato: (85) 9901.8377. Fortaleza/Ceará/Brasil. Caso queira reproduzir as matérias aqui postadas, cite a fonte. ISSN 2359-5590. ANO V.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Nações que tentaram dominar o mundo

  • Egípcios: 2.660 a.C. -

Após o rei do Alto Egito unificar os reinos do Baixo Egito e do Alto Egito, formou-se a primeira dinastia do grandioso império que aparecia para o mundo. As duas dinastias iniciais marcaram a época Tinita do Egito, só a partir da terceira dinastia é que se identifica o início do período conhecido como Antigo Império.
No período pré-dinástico do Egito, as comunidades eram divididas nos reinos do Baixo Egito e do Alto Egito. O monarca deste último reino, chamado Narmer, promoveria por volta do ano 3.100 a.C. a unificação dos dois reinos, dando início ao Império Egípcio.
Época pré-dinástica e proto-dinástico (c. 4500-3000 a.C.);
Época Tinita (3000-2660 a.C.): I e II dinastias
Império Antigo (2660-2180 a.C): III a VI dinastias
Primeiro Período Intermediário (2180-2040 a.C.): VII a XI dinastias
Império Médio (2040-1780 a.C.): XI e XII dinastias
Segundo Período Intermediário (1780 a 1560 a.C.): XIII a XVII dinastias
Império Novo (1560-1070 a.C.): XVIII a XX dinastias

Terceiro Período Intermediário (1070-664 a.C.): XXI a XXV dinastias


  • Mesopotâmios

a) Sumérios: 2.300 a.C


b) Assírios: 2.000 a.C.- 
Por volta de 2000 a.C. a Assíria, localizada no norte da Mesopotâmia (atual Iraque) foi invadida pelos Amoritas, sendo incorporada no Primeiro Império Babilônico. Após a morte de Hammurabi e o conseqüente fim do Império Babilônico, os Assírios começaram a expandir seu território para o sul da Mesopotâmia. Esse período ficou conhecido como o Antigo Império, e durou até 1375 a.C. Do fim do Antigo Império até 1047 a.C. os reis Assírios partiram para a conquista de Impérios vizinhos, no que ficou conhecido como Médio Império. Mas foi realmente no Novo Império (883-612 a.C.) que a Assíria teve seu apogeu, quando sob o reinado de Assurbanipal (670-626 a.C.) extendeu seus domínios para o sul da Mesopotâmia, Turquia e Egito.



c) Babilônios: 1.728 a. C – 1.513 a.C. e 614-539 a.C.
O Império Babilônico compreende dois períodos distintos. O primeiro deles estende-se de 1728 a.C. a 1513 a.C. e o segundo, de 614 a.C. a 539 a.C. No intervalo entre eles, o império é arrasado por sucessivas invasões e domínios estrangeiros.

O Segundo Império Babilônico ou Império Neobabilónico é a denominação para uma época de 626 a.C. a 539 a.C., dominada pelo governo de Nabucodonosor II e outros até sua conquista pelo Império Aquemênida.



  • Fenícios: 1 500 a.C. a 300 a.C.  

A Civilização Fenícia foi uma civilização da Antiguidade cujo epicentro se localizava no norte da antiga Canaã, ao longo das regiões litorâneas dos atuais Líbano, Síria e norte de Israel. A civilização fenícia foi uma cultura comercial marítima empreendedora que se espalhou por todo o mar Mediterrâneo durante o período que foi de 1 500 a.C. a 300 a.C. Os fenícios realizavam comércio através da galé, um veículo movido a velas e remos, e são creditados como os inventores dos birremes.

  • Persas (Aquemênida):  550 a.C. – 330 a.C.
O Império Aquemênida (português brasileiro) ou Império Aqueménida (português europeu) (em persa antigo: Parsā; em persa moderno: هخامنشیان, Hakhāmanishiya ou دودمان هخامنشي, transl. Dudmān Hakhâmaneshi, dinastia aquemênida; c. 550–330 a.C.), por vezes referido como Primeiro Império Persa, foi um império iraniano situado no Sudoeste da Ásia, e fundado no século VI a.C. por Ciro, o Grande, que derrubou a confederação médica. Expandiu-se a ponto de chegar a dominar partes importantes do mundo antigo; por volta do ano 500 a.C. estendia-se do vale do Indo, no leste, à Trácia e Macedônia, na fronteira nordeste da Grécia - o que fazia dele o maior império a ter existido até então.[3] O Império Aquemênida posteriormente também controlaria o Egito.


  •  Macedônios: 338 a.C. – 323 a.C.

Os macedônicos, durante o reinado de Felipe, conquistaram a Grécia em 338 a.C. com a batalha de Queronéia. O sucessor de Felipe, seu filho Alexandre Magno, assumiu o trono após a conquista da Grécia, e proporcionou a expansão do império para o Oriente Médio. Em 333 a.C., Alexandre destruiu o exército persa liderado pelo rei Dario III, na batalha de Issos. Em 334 a.C chegou à Fenícia onde conquistou a cidade de Tiro, logo depois seguiu para o Egito onde foi acolhido como o filho de deus pelos sacerdotes do templo de Amon-Rá. Em 331 a.C Alexandre assumiu o trono de rei dos persas após executar uma invasão no Reino Persa. O Império Macedônico funda o mais vasto dos impérios da humanidade com a conquista da Palestina e da Índia. Em 323 a.C Alexandre Magno morre aos 33 anos na Babilônia.


  • Romanos: 27 a.C – 479 d.C. (Ocidente)
Foi o período pós-republicano da antiga civilização romana, caracterizado por uma forma de governo autocrática liderada por um imperador e por extensas possessões territoriais em volta do mar Mediterrâneo na Europa, África e Ásia. A república que o antecedeu ao longo de cinco séculos encontrava-se numa situação de elevada instabilidade, na sequência de diversas guerras civis e conflitos políticos, durante os quais Júlio César foi nomeado ditador perpétuo e assassinado em 44 a.C. As guerras civis culminaram na vitória de Otávio, filho adotivo de César, sobre Marco António e Cleópatra na batalha de Áccio em 31 a.C. Detentor de uma autoridade inquestionável, em 27 a.C. o senado romano atribuiu a Otávio poderes absolutos e o novo título Augusto, assinalando desta forma o fim da república.



  • Escandinavos (Vikings): 790 d.C. – 1.066 d.C.
A terra natal dos vikings era a Noruega, Suécia e Dinamarca. Eles e seus descendentes se estabeleceram na maior parte da costa do mar Báltico, grande parte da Rússia continental, a Normandia na França, Inglaterra e também atacaram as costas de vários outros países europeus, como Portugal, Espanha, Itália e até a Sicília e partes da Palestina.[carece de fontes] Os vikings também chegaram à América antes da descoberta de Cristóvão Colombo, tendo empreendido uma tentativa fracassada de colonização na costa da região sudeste do Canadá.
As diversas nações viking estabeleceram-se em várias zonas da Europa:
Os dinamarqueses navegaram para o sul, em direção à Frísia, França e partes do sul da Inglaterra. Entre os anos 1013 e 1042, diversos reis vikings, como Canuto, o Grande, chegaram mesmo a ocupar o trono inglês.
Os suecos navegaram para o leste entrando na Rússia, onde Rurik fundou o primeiro estado russo, e pelos rios ao sul para o mar Negro, Constantinopla e o Império Bizantino.
Os noruegueses viajaram para o noroeste e oeste, para as Ilhas Faroé, Shetland, Órcades, Irlanda e Escócia. Excepto nas ilhas britânicas, os noruegueses encontraram principalmente terras inabitadas e fundaram povoados. Primeiro a Islândia em 825 (monges irlandeses já estavam lá), depois a Groenlândia (985), foram ocupadas e colonizadas por vikings noruegueses. Em cerca de 1000 d.C., a América do Norte foi descoberta por Leif Ericsson da Groenlândia, que a chamou de Vinland. Um pequeno povoado foi fundado na península norte na Terra Nova (Canadá), mas a hostilidade dos indígenas locais e o clima frio provocaram o fim desta colônia em poucos anos. Os restos arqueológicos deste local - L'Anse aux Meadows - constituem hoje em dia um sítio de Patrimônio Mundial da UNESCO.
Os vikings começaram a incursão e colonizaram ao longo da parte nordeste do mar Báltico nos séculos VI e VII. No final do século VIII, os suecos faziam longas incursões descendo os rios da moderna Rússia e estabeleceram fortes ao longo do caminho para a defesa. No século IX eles controlavam Kiev e em 907 uma força de dois mil navios e oitenta mil homens atacou Constantinopla. Eles saíram de lá com um favorável acordo comercial do imperador bizantino. Depois chegando até a Sicília.


  • Bizantinos (Império Romano do Oriente): 395 d.C - 1.453 d.C. (Quedo de Constantinopla)


  • China: Séc. XII a.C. (Primeira dinastia - Shang): Shang substituídos pelos Zhou (Séc. XII - V a.C.), reinos combatentes de V – III a.C., sendo o Primeiro Estado Unificado em 221. a.C. (Quin Shi Huang – 1º Imperador), substituído pelos Han (206 a.C. – 220 d.C.)



  • Mongóis: 1.206 d.C com a unificação das tribos por Gengis Khan- 1294 d.C. com a morte de Kublai Khan ou 1.368 com a queda da Dinastia Yuan.


  • Rússia: 1.721 – 1917 d.C.  o Czar Pedro I, o Grande, oriundo da dinastia Romanov, proclamou o Império e iniciou o processo de expansão territorial em 1.721, até a Revolução Russa de 1917.


  • Império Napoleônico: 1.804 – 1.815. Início em 1804 com a proclamação de Napoleão Bonaparte como imperador dos franceses. Este período durou até 18 de junho de 1815, após a derrota de Napoleão na Batalha de Waterloo.



  • Alemanha Nazista (Terceiro Reich): 1.933- 1.945


  • Portugueses: 1.415-1.999. Primeiro império global da história 1.415 (Conquista de Ceuta), seus domínios hoje são 53 países, findando com a devolução de Macau à China (1.557-1.999).


  • Espanhóis: 1.492 com a descoberta das Índias Ocidentais por Cristóvão Colombo – 1.975


  • Império Britânico: 1583 – 1997.  1583 (Humphrey Gilbert declarou a Terra Nova colônia inglesa) – 1997 (Transferência da soberania de Hong Kong). 

Foi o maior império em extensão de terras descontínuas do mundo. Era um império composto por domínios, colônias, protetorados, mandatos e territórios governados ou administrados pelo Reino Unido. Originou-se com as colônias ultramarinas e entrepostos estabelecidos pela Inglaterra no final do século XVI e início do século XVII. No seu auge, foi o maior império da história e, por mais de um século, foi a principal potência mundial. Em 1922 o Império Britânico dominava cerca de 458 milhões de pessoas, um quarto da população do mundo na época e abrangeu mais de 31,7 milhões de quilômetros quadrados, quase um quarto da área total da Terra. Como resultado, seu legado político, cultural e linguístico é generalizado. No auge do seu poder, foi dito muitas vezes que "o sol nunca se põe no Império Britânico" devido à sua extensão ao redor do mundo garantir que o Sol sempre estivesse brilhando em pelo menos um de seus numerosos territórios.

  • Holandeses: 1.602 com a criação da Companhia Neerlandesa das Índias Orientais -1.949 com a independência da Indonésia.

A Terra Santa - ISRAEL (Documentário com passagens bíblicas)

segunda-feira, 25 de julho de 2016

China (Construindo um Império - Documentário)

Sem dinheiro, tribunais do trabalho adotam medidas para não fechar

TRTs mudam horário de atendimento, suspendem serviços e cortam gastos.
Governo liberou verba extra; para TST, isso deve assegurar funcionamento.
Um corte no orçamento deste ano de 90% no investimento e de 30% no custeio, segundo o Tribunal Superior do Trabalho (TST), obrigou tribunais regionais e varas da Justiça Trabalhista em todo o país a adotarem medidas emergenciais de contenção de gastos para evitar o fechamento. Mesmo assim, essas medidas afetaram o funcionamento desses órgãos e fizeram aumentar o número de processos à espera de julgamento.
Entre essas medidas, estão dispensa de estagiários; alteração do horário de abertura e fechamento dos prédios; desligamento forçado de equipamentos de informática e telefonia a partir de determinado horário; supressão de contratos de serviços terceirizados; revisão de contratos de segurança; e redução de despesas com serviços postais, consumo de energia e material de uso administrativo (veja ao final desta reportagem a situação de TRTs que estão entre os que enfrentam maior dificuldade financeira).
No caso da Justiça Trabalhista de Mato Grosso, por exemplo, uma das atingidas pelo corte orçamentário da União, todas as varas itinerantes do estado foram suspensas e também as viagens de juízes para substituir os que estão de folga ou férias. Em São Paulo e Goiás, os TRTs afirmam que o desafio é conseguir funcionar até o fim do ano.
Governo destaca liberação de verba

domingo, 24 de julho de 2016

Tártaros e a Tartária nos domínios Mongol e Russo

Antiga
Os tártaros (em tártaro: Tatarlar, no alfabeto cirílico: Татарлар) são um grupo étnico turcomano[1] estimado em 10 milhões de pessoas no fim do século XX.
A Rússia é o lar da maior parte dos tártaros, com uma população de cerca de 5.500.000 de pessoas; Turquia, Uzbequistão, Cazaquistão, Ucrânia, Tadjiquistão, Quirguistão, Turcomenistão e Azerbaijão também têm populações de tártaros superiores a 30.000 pessoas.[2]
Hoje - Tartaquistão
Os tártaros habitavam originalmente o nordeste do deserto de Gobi, no século V, e, após dominarem, durante o século IX, os citanos, migraram para o sul. No século XIII foram conquistados pelo Império Mongol, liderado por Gengis Khan. Durante o reinado de seu neto, Batu Khan, deslocaram-se para o oeste, levando com eles muitos dos ramos que deram origem aos turcomanos uralo-altaicos em direção às planícies da Rússia.
Tártaros
Na Europa, foram assimilados por populações locais e seu nome gradualmente foi adotado pelos povos conquistados: quipchaques, kimaques e outros; o mesmo ocorreu com povos que falavam idiomas fino-úgricos e que foram dominados, bem como os últimos habitantes das antigas colônias gregas na Crimeia e povos caucasianos que habitavam o Cáucaso.
Domínio Mongol 
Os tártaros siberianos são sobreviventes da população turcomana que habitava a região Uralo-Altaica, misturados até certo ponto com os falantes das línguas urálicas e mongólicas. Mais tarde, cada um destes grupos adotou línguas turcomanas e muitos adotaram o Islã. Os três descendentes étnicos da migração para o oeste realizada originalmente do século XIII são os tártaros do Volga, os tártaros de Lipka e os tártaros da Crimeia.
Domínio Russo
Os tártaros abrangem um grande espectro de aparências físicas, que vai do mongolóide ao caucasóide ou uma mistura de ambos, e muitos aparentam ter origem asiática.
Inserção na China
Referências
Ir para cima «Turkic people definition of Turkic people in the Free Online Encyclopedia». Encyclopedia2.thefreedictionary.com. Consultado em 7-3-2011.
Ir para cima Joshua Project. «Tatar Ethnic People in all Countries». Joshua Project. Consultado em 7-3-2011.
Este artigo incorpora texto da Encyclopædia Britannica (11ª edição), publicação em domínio público.

Fonte: Wikipédia
Domínio Mongol
Tartária

Genghis Khan (Biografia)



Império Mongol Gengis a Kublai Khan - Mapas


quarta-feira, 20 de julho de 2016

Capítulo 2.5 - Ensinar exige humildade, tolerância e luta em defesa dos direitos dos educadores

A série de vídeos discute didaticamente cada um dos capítulos e subcapítulos de Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, de Paulo Freire.
A luta dos professores em defesa dos seus direitos e pela dignidade da profissão.

Capítulo 2.4 - Ensinar exige bom senso - Pedagogia da Autonomia, de Paulo Freire

A série de vídeos discute didaticamente cada um dos capítulos e subcapítulos de Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, de Paulo Freire.

Capítulo 2.3 - Ensinar exige respeito à autonomia do ser do educando - Pedagogia da Autonomia

A série de vídeos discute didaticamente cada um dos capítulos e subcapítulos de Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, de Paulo Freire.

Capítulo 2.2 - Ensinar exige o reconhecimento de ser condicionado - Pedagogia da Autonomia

A série de vídeos discute didaticamente cada um dos capítulos e subcapítulos de Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, de Paulo Freire.

Capítulo 2.1 - Ensinar Exige Consciência do Inacabamento - Pedagogia da Autonomia, de Paulo Freire

A série de vídeos discute didaticamente cada um dos capítulos e subcapítulos de Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, de Paulo Freire.

Capítulo 2 - Ensinar Não é Transferir Conhecimento - Pedagogia da Autonomia, de Paulo Freire

A série de vídeos discute didaticamente cada um dos capítulos e subcapítulos de Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, de Paulo Freire.

Cap 1.9 - Ensinar Exige o Reconhecimento e a Assunção da Identidade Cultural (Parte 2)

A série de vídeos discute didaticamente cada um dos capítulos e subcapítulos de Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, de Paulo Freire.

Cap. 1.9 - Ensinar Exige o Reconhecimento e a Assunção da Identidade Cultural (Parte 1)

A série de vídeos discute didaticamente cada um dos capítulos e subcapítulos de Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, de Paulo Freire.

Cap 1.8 - Ensinar Exige Reflexão Crítica Sobre a Prática - Pedagogia da Autonomia, de Paulo Freire

A série de vídeos discute didaticamente cada um dos capítulos e subcapítulos de Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, de Paulo Freire.

Cap 1.7 - Ensinar Exige Risco, Aceitação do Novo e Rejeição a Qualquer Forma de Discriminação

A série de vídeos discute didaticamente cada um dos capítulos e subcapítulos de Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, de Paulo Freire.

Cap 1.6 - Ensinar Exige a Corporeificação das Palavras pelo Exemplo - Pedagogia da Autonomia

A série de vídeos discute didaticamente cada um dos capítulos e subcapítulos de Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, de Paulo Freire.

Capítulo 1.5 - Ensinar Exige Estética e Etica - Pedagogia da Autonomia, de Paulo Freire

A série de vídeos discute didaticamente cada um dos capítulos e subcapítulos de Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, de Paulo Freire.

Capítulo 1.4 - Ensinar Exige Criticidade - Pedagogia da Autonomia, de Paulo Freire

A série de vídeos discute didaticamente cada um dos capítulos e subcapítulos de Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, de Paulo Freire.

Cap. 1.3 - Ensinar Exige Respeito aos Saberes dos Educandos - Pedagogia da Autonomia de Paulo Freire

A série de vídeos discute didaticamente cada um dos capítulos e subcapítulos de Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, de Paulo Freire.

Capítulo 1.2 - Ensinar Exige Pesquisa - Pedagogia da Autonomia, de Paulo Freire

A série de vídeos discute didaticamente cada um dos capítulos e subcapítulos de Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, de Paulo Freire.

Capítulo 1.1 - Ensinar Exige Rigorosidade Metódica - Pedagogia da Autonomia, de Paulo Freire

A série de vídeos discute didaticamente cada um dos capítulos e subcapítulos de Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, de Paulo Freire. 

Capítulo 1 - Não há Docência sem Discência - Pedagogia da Autonomia, de Paulo Freire

A série de vídeos discute didaticamente cada um dos capítulos e subcapítulos de Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, de Paulo Freire. 

Liberdade, Diversidade e Ética - Pedagogia da Autonomia, de Paulo Freire (Parte 3)


A série de vídeos discute didaticamente cada um dos capítulos e subcapítulos de Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, de Paulo Freire. 

Toda Educação é Política - Pedagogia da Autonomia, de Paulo Freire (Parte 2)

A série de vídeos discute didaticamente cada um dos capítulos e subcapítulos de Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, de Paulo Freire. 

Primeiras Palavras - Pedagogia da Autonomia, de Paulo Freire (Parte 1)

A série de vídeos discute didaticamente cada um dos capítulos e subcapítulos de Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, de Paulo Freire. 

Pedagogia da Autonomia, de Paulo Freire, por capítulos (Prefácio)

A série de vídeos discute didaticamente cada um dos capítulos e subcapítulos de Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, de Paulo Freire. 

Paulo Freire (Palestra no auditório do CDCC em 1994, IFSC - USP)

Paulo Freire entrevistado por Serginho Groisman (programa 'Matéria Prima' da TV Cultura)


Qual a postura ideal do professor? (Mário Sergio Cortella)

Trecho da palestra de Mário Sergio Cortella, na 24º Assembléia Geral FIUC FEI.
Parar jamais, reinventar-se sempre.
Qual a postura ideal do professor em cada universidade nos dias atuais?
Nós vivemos um mundo hoje em que há uma veloz mudança nos modos de fazer, pensar, de atuar. Qual o grande risco, o grande perigo?
Mário Sergio Cortella é filósofo e doutor em Educação pela PUC-SP, é professor titular do Departamento de Teologia e Ciências da Religião e da Pós-Graduação em Educação da PUC-SP, na qual está desde 1977. É membro do Conselho Técnico Científico Educação Básica da CAPES/MEC. Foi Secretário Municipal de Educação de São Paulo (1991/1992) e tem experiência na área de Educação, com ênfase em Currículos Específicos para Níveis e Tipos de Educação. É autor de diversos livros, entre eles Nos Labirintos da Moral, com Yves de La Taille (Papirus); Não Nascemos Prontos!; e Sobre a Esperança: Diálogo, com Frei Betto.

terça-feira, 19 de julho de 2016

"HOMENAGEM A ROBERT KURZ" na Praça da Gentilândia

Ao som da Primavera de Vivaldi e outras músicas executadas pelo violinista Daniel fizemos a nossa singela, sincera e saudosa homenagem a Robert Kurz nos 4 anos do seu falecimento, próximo à aroeira plantada na Praça da Gentilândia quando seu corpo descia à terra em Nuremberg (Alemanha). Após a abertura, o companheiro Jorge Paiva fez um comentário sobre a importância da vida e da obra de Kurz que, num dos mais ousados voos do espírito humano, formulou na atualidade a crítica radical ao capitalismo e sua crise. Lembramos nosso encontro e os laços de amizade e bem querer que nos uniam na busca da construção da emancipação humana.
Foi lançado o caderno com o texto Razão Sangrenta: 20 teses sobre o assim chamado Esclarecimento e os "valores ocidentais".
No final reafirmamos nosso compromisso de dar prosseguimento à luta emancipatória e em coro lembramos que Kurz permanecerá sempre presente no movimento pela suplantação do moderno sistema fetichista patriarcal produtor de mercadorias e pela construção da sociedade da emancipação humana!
KURZ, PRESENTE! ONTEM, HOJE E SEMPRE!
_______________________
"Robert Kurz, o teórico principal da “crítica do valor”, morreu em 18 de julho de 2012 em Nuremberg (Alemanha), como consequência de um erro médico. Ele tinha 68 anos. Essa morte prematura interrompe um trabalho imenso conduzido há 25 anos, do qual o público francês apenas começou a ter consciência. Nascido em 1943 em Nuremberg, onde passou toda a vida, Kurz participa da “revolta dos estudantes” em 1968 na Alemanha e das intensas discussões no interior da “Nova esquerda”. Depois de ter recusado o marxismo-leninismo, sem aderir aos “Verdes” que neste momento passavam pela muda2 “realista” na Alemanha, funda em 1987 a revista Marxistische Kritik, rebatizada como Krisis depois de alguns anos. A releitura de Marx proposta por Kurz e por seus primeiros companheiros de luta (entre os quais Roswitha Scholz, Peter Klein, Ernst Lohoff e Norbert Trenkle) não lhes trouxe só amigos na esquerda radical. 
Esta, via seus dogmas serem transtornados um após o outro, tais como a “luta de classes” e o “trabalho”, em nome de um questionamento dos fundamentos da sociedade capitalista: valor mercantil e trabalho abstrato, dinheiro e mercadoria, Estado e nação. Kurz, autor prolífico e dotado de uma bela pena vigorosa, amiúde polêmica, atingiu um público mais vasto com seu livro O colapso da modernização (1991), que afirmava, no exato momento do “triunfo ocidental” consecutivo ao fim da URSS, que os dias da sociedade mercantil mundial estavam contados e que o fim do “socialismo real” apenas representava uma etapa. 
Articulista regular em jornais importantes, notadamente no Brasil, conferencista notável, Kurz, mesmo assim, preferiu ficar fora das universidades e das outras instituições do saber, conseguindo viver graças a um trabalho proletário. 
Os cerca de doze livros e as centenas de artigos que publicou se situam, grosso modo, em dois níveis: de um lado, uma elaboração teórica de fundo, conduzida por meio de longos ensaios publicados na Krisis e na Exit! (fundada em 2004 depois da cisão com a Krisis). 
De outro, um comentário contínuo acerca do aprofundamento da crise do capitalismo e uma investigação de seu passado – especialmente através de uma grande história do capitalismo O livro negro do capitalismo (1999), que foi, mesmo com suas 850 páginas, um best-seller na Alemanha, mas também de A guerra do reordenamento mundial (2003), O Capital-mundo (2005) e de seus artigos na imprensa."
“VIAGEM AO CORAÇÃO DAS TREVAS” DO CAPITALISMO
Anselm Jappe
(Extraído da página Dinheiro Sem Valor e outros textos de Robert Kurz)
https://www.facebook.com/dinheirosemvalor/…

Fonte: Rosa Fonseca – Coletivo Crítica Radical

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Excola (vídeo de apresentação)


Contatos Excola:
O escritório central da Excola se situa em Fortaleza-CE, no bairro Varjota, mas as facilidades tecnológicas a coloca em todos os lugares onde a web e nossos parceiros ou conveniados possibilitam e desejem. Em nossas viagens constantes, estamos sempre próximos de quem procura nossos serviços.

Endereço: Av. Julio Abreu, 160, sala 801, Varjota, CEP 60.160-240, Fortaleza-CE. Fone: (85) 98897-7566

PR: I Curso de Administração Sindical para dirigentes da FECEP

Será realizado no período de 11 a 15 de julho de 2016, na Colônia de Férias dos Comerciários em Guaratuba-PR, o "I Curso de Administração Sindical" para dirigentes sindicais da Federação dos Empregados no Comércio do Estado do Paraná - FECEP e seus sindicatos filiados. O curso terá o apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio - CNTC.
Vice Presidente da CNTC e Presidente da FECEP Sr. Vicente participa ativamente de todo o evento
Visando o aprimoramento dos dirigentes sindicais comerciários, na sua missão social e responsabilidade legal de lutar na defesa dos direitos trabalhistas e na melhoria das condições de vida dos trabalhadores representados pelo sistema confederativo sindical, o curso contará com aproximadamente 35 horas aula de preparação.
"Nesse Curso pretendemos alcançar especialmente os tesoureiros e secretários, no intuito de oferecer-lhes a oportunidade de mais conhecimento e melhor aperfeiçoamento sobre os diferentes aspectos da administração sindical", explicou Vicente da Silva, Presidente da FECEP.
Para ministrar o curso de Administração Sindical estamos convidando o Grupo de Estudos e Defesa do Direito do Trabalho e do Processo do Trabalho - GRUPE, pertencente à Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará, integrado por professores universitários, desembargadores do trabalho e procuradores do Ministério Público do Trabalho, liderados pelo Dr. Francisco Gerson Marques de Lima, Procurador do Ministério Público do Trabalho e Coordenador da CONALIS-CE.

Administração Sindical é o tema de novo curso oferecido pela FECEP
Na tarde desta segunda feira, 11 de julho, a Federação dos Empregados no Comércio do Estado do Paraná – FECEP iniciou os trabalhos para o I Curso de Administração Sindical. O curso conta com a parceria da Excola – entidade especializada em formação sindical, além do apoio da Confederação Nacional de Trabalhadores no Comércio – CNTC.
Vicente da Silva, presidente da Federação abriu os trabalhos ao dar as boas vindas aos dirigentes sindicais presentes. "Para esse curso, buscamos alcançar especialmente os tesoureiros, secretários e funcionários de cada sindicato, com o intuito de oferecer-lhes a oportunidade de mais conhecimento e melhor aperfeiçoamento sobre os diferentes aspectos da administração sindical", explicou Vicente.
Foram convidados dirigentes e funcionários de todos os Sindicatos filiados à FECEP, além de parceiros dos estados vizinhos, Santa Catarina e São Paulo. Aproximadamente 50 pessoas puderam aproveitar a aula do Dr. Sandro Lunard, advogado trabalhista e professor da Universidade Federal do Paraná.
Dr. Sandro falou sobre contribuição sindical e assistencial, mensalidade associativa e contribuição confederativa. “O Brasil, apesar de todos os problemas que enfrenta no meio sindical, ainda serve como exemplo para países do mundo inteiro. Temos que continuar trabalhando para evoluir e garantir os direitos dos trabalhadores”, afirmou.
O curso segue durante toda a semana, terminando na sexta feira, 15, buscando aperfeiçoar os trabalhos dos dirigentes comerciários.
Clovis Renato fala aos dirigentes no Paraná
Responsabilidade Sindical – ética e democracia no Sindicato
Durante toda a manhã da terça feira, 12 de julho, a palestra do I Curso de Administração Sindical foi ministrado por Clovis Renato, mestre e doutorando pela Universidade Federal do Ceará (UFC), advogado sindical, teve como tema principal de sua aula a “Responsabilidade Sindical”.
No início desse segundo dia foram debatidos assuntos como: Contratação e remuneração dos empregados da entidade; Malversação ou dilapidação do patrimônio da entidade; Ética e transparência na administração sindical; Importância dos Conselhos Fiscais e Assembleias e Democracia sindical. “Se tivéssemos o setor sindical sempre forte e representativo, não teríamos problemas com sindicatos irregulares ou fajutos. Quanto maior a troca de poderes na diretoria da entidade, maior será sua representatividade, pois mais pessoas vão se interessar pelo sindicato, podendo prestar serviços aos trabalhadores”, comentou Dr. Clovis.
Lideranças Sindicais de Pato Branco (PR) com Clovis Renato
O trabalho de dirigentes sindicais deve ser realizado com ética, buscando eleger seu conselho fiscal e organização de assembleias com os trabalhadores. “O estatuto da entidade deve dividir as funções entre os diretores, assim o sindicato fica mais democrático e com o trabalho bem feito”, afirmou o professor da Universidade Federal do Ceará.

Liberdades Sindicais – conceitos e jurisprudências
No período da tarde, ainda de terça feira 12 de julho, foi a vez do Procurador do Trabalho do Paraná, Renan Kalil, expor sua palestra sobre “Liberdades Sindicais”. Renan é mestre e doutorando em advocacia do trabalho pela Universidade Estadual de São Paulo –USP.
Ao falar sobre liberdade sindical, o Procurador do Trabalho busca algumas definições. “Pode-se definir autonomia privada coletiva no Direito do Trabalho, como o poder de auto-regulamentação das relações do trabalho ou de matérias correlatas pelos grupos profissionais e econômicos”, explanou Dr. Renan.
Durante o debate foram tratados assuntos como: Conceitos; tratamento legal; classificação; condutas antissindicais e suas consequências e jurisprudência. Com essas explicações, o público participou com diversas perguntas sobre a fiscalização feita pelo Ministério do Trabalho e quais as principais orientações para trabalhar de acordo com o MTE.
O evento retorna na manhã desta quarta feira, 13 de julho, com palestras sobre Contabilidade sindical e noções de administração sindical.

Contabilidade sindical e noções de administração sindical
Durante todo o dia da quarta feira, 13 de julho, o especialista em contabilidade Messias Alves palestrou sobre a contabilidade e as noções de administração sindical para os presentes.
Os principais debates giraram em torno de Previsão e Suplementação Orçamentárias; Balanços Financeiro e Patrimonial; Prestação de Contas das entidades/parecer Conselho Fiscal; Certificação Digital; E-Social; Segregação da Contribuição Sindical; Administração das contas a pagar e Tesouraria; Rendas Patrimoniais; Cadastro das Empresas/Controle de Cobrança; Compra e Venda de Bem Imóvel; Despesas com veículos; Importância dos Conselhos Fiscais e das Assembleias.
Vista de Guaratuba (Paraná) com representantes da União Geral dos Trabalhadores (UGT) e advogado Clovis Renato
Ao explicar sobre a contribuição sindical, Messias foi bastante direto: "Recurso financeiro revestido de natureza tributária, portanto, dinheiro público, independente , de quais quer provisão legal, está sujeito a prestação de contas, na forma disposta no parágrafo único, do artigo 70 da Constituição Federal", afirmou.
Fonte: http://www.fecep.org.br/Detalhes/474/Contabilidade_sindical_e_nocoes_de_administracao_sindical

MPT Dr. Gérson e Dr. Camargo

Dissídio Coletivo, Negociação Coletiva e Reforma do Estatuto das Entidades
Durante esta quinta feira, 14 de julho, as palestras foram ministradas por Luis Camargo, especialista do Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal; Aramis de Souza Silveira, Desembargador do TRT-PR; Gérson Marques, Procurador Regional do Trabalho no Ceará.
Ao falar sobre o Dissídio Coletivo, Luís Camargo tratou dos assuntos: "Instauração de instância: requisitos, cabimento, legitimação, "comum acordo", Competência, Processamento, Conciliação e Julgamento. Aproveitou para explicar o que são os dissidios coletivos: "ações propostas à Justiça do Trabalho por pessoas jurídicas (Sindicatos, Federações ou Confederações de trabalhadores ou de empregadores) para solucionar questões que não puderam ser solucionadas pela negociação direta entre trabalhadores e empregadores", completou.
Para Aramis Silveira, ao tratar de Negociações Coletivas abordou: Convenção/Acordo Coletivo de Trabalho; Dissídio Coletivo – comum acordo; Aplicação da Ultratividade; Conciliação Prévia na Justiça do Trabalho. O Desembargador aproveitou para indicar alguns caminhos de negociação aos dirigentes sindicais presentes no evento, "É sempre muito importante que cada lado da negociação possam entender o outro lado. Trabalhadores devem entender as dificuldades dos empresários, ainda mais em tempos de crise, e os empresários por sua vez devem entender a pedida dos trabalhadores, principalmente em tempos com alta inflação", afirma Aramis.
Diretora da Excola Viviane Pessoa, Leide Marques, Clovis Renato, Kelly (FECEP) e Kelly (FECEP)
Por fim, Dr. Gérson Marques falou sobre a reforma do estatudo e trabalhou em cima de alguns temas como: Previsão de duração do mandato sindical; Regras objetivas para o processo eleitoral; Responsabilidade da diretoria pela prestação de contas; Conveniência da autorregulação da organização sindical; Criação de Comissão Multidisciplinar. O professor e procurador destacou alguns pontos a serem observados nos estatutos de cada entidade, "Todo mandato sindical deve ser respeitado, junto do processo eleitoral e das prestações de conta, pois um sindicato sem força é um sindicato sem representatividade, isento de auxiliar seu trabalhador", disse.
Direito de Greve e Garantias dos Sindicalistas
Dr. Gérson e Dr. Meton Marques
No último dia, 15 de julho, do I Curso de Administração Sindical ministrado pela Excola, entidade especializada em formação sindical, para a Federação dos Empregados no Comércio do Estado do Paraná - FECEP, foram apresentados os palestrantes Carlos Chagas, advogado e professor junto de Meton Marques, doutor pela Universidade Federal do Piauí e Desembargador do Estado.
Pela manhã, Carlos Chagas falou sobre o direito à greve, abordou os seguinte temas: A greve na história; Greves gerais, no Brasil; Tratamento legal; Limites do direito de greve; atividades essenciais e serviços inadiáveis; Pagamento de salário; Criminalização do movimento sindical. No momento, aproveitou para lembrar a todos que: "As greves são direitos constitucionais dos trabalhadores. Portanto, se necessário for apelar para esse recurso, que seja feito com paz e consciência de todos os dirigentes participantes", destacou.
Advogados Clovis Renato e Carlos Chagas
Na parte da tarde, Dr. Meton Marques falou sobre as garantias dos sindicalistas e abordou os seguintes assuntos: Estabilidade; Garantias a diretores sindicais; Falta grave e sua apuração; Jurisprudência sobre a matéria. Conseguiu explicar melhor cada direito que possui o sindicalista: "Todo dirigente liberado para exercer seu cargo em sindicatos, federações ou confederações, deve cumprir com os deveres de defender o trabalhador. Com isso possui diversos auxílios que podem impulsionar seus trabalhos como diretor de uma entidade", finalizou.
O Curso de Administração Sindical teve o apoio da Confederação Nacional de Trabalhadores no Comércio - CNTC e teve a duração de 1 semana, entre os dias 11 e 15 de julho. Contabilzou 35 horas aula aos participantes que receberam seus diplomas ao final do curso.
Fonte: http://www.fecep.org.br/Detalhes/476/Direito_de_Greve_e_Garantias_dos_Sindicalistas

Visite o site da Excola - Excelência em Formação Social: http://www.excolasocial.com.br/professores/

Contatos Excola:
O escritório central da Excola se situa em Fortaleza-CE, no bairro Varjota, mas as facilidades tecnológicas a coloca em todos os lugares onde a web e nossos parceiros ou conveniados possibilitam e desejem. Em nossas viagens constantes, estamos sempre próximos de quem procura nossos serviços.
Endereço: Av. Julio Abreu, 160, sala 801, Varjota, CEP 60.160-240, Fortaleza-CE. Fone: (85) 98897-7566