Desde: 01.06.2011

Desde: 01.06.2011
BOM LEMBRAR: André Luiz - ‘Os Mensageiros’: “O que nos deve interessar, todavia, é a semeadura do bem. A germinação, o desenvolvimento, a flor e o fruto pertencem ao Senhor.” (Paulo e Estevão. Emmanuel/JC): “O valor da tarefa não está na presença pessoal do missionário, mas no conteúdo espiritual do seu verbo, da sua exemplificação e da sua vida”. Emmanuel: “O tédio é sempre filho da incompreensão dos nossos deveres.”. “[...] o desencanto constitui-se um veneno da imprevidência e da irresponsabilidade”. “[...] valiosa é a escassez, porque traz a disciplina. Preciosa é a abundância porque multiplica as formas do bem”. “[...] a permanência na terra decorre da necessidade de trabalho proveitoso e não do uso de vantagens efêmeras”. "Tudo que a doutrina espirita me ensinou é que precisamos nos renovar sempre." (Chico Xavier). Há publicações conforme o mote da página: *Vida/Espiritualidade *Arte; *Direito.

sábado, 24 de junho de 2017

O estado de coma (Mistérios da Medicina)


Experiências de Quase Morte - EQM (Globo Repórter)


A Liga - Esquizofrenia e Bipolaridade


MT/Cuiabá: Clovis Renato Farias sobre o assédio moral: “O capitalismo não quer seres humanos, ele quer máquinas”


Especialista expôs as causas e consequências da perda da individualidade das pessoas, o que as faz agir como “coisas”

Para Clóvis Renato Farias, advogado e professor universitário, o assédio moral tem ligação direta com o modelo capitalista. A análise foi feita durante o Congresso Estadual de Mato Grosso, que segue nesta quinta-feira (22) – acompanhe aqui. Segundo o especialista, “na relação capitalista, o ser humano é forjado e violentado para deixar de ser um ser humano”. A partir do momento em que os trabalhadores estão numa lógica de competição, diz Faria, eles passam, com naturalidade, a assediar os seus pares. Nesta perspectiva, o palestrante afirma que “o capitalismo não quer seres humanos, ele quer máquinas”.


A Organização Internacional do Trabalho (OIT) classifica o assédio moral como “risco invisível” porque existe a tendência a se minimizar os efeitos do assédio. “Estamos acostumados a perder a nossa individualidade, fazemos coisas de forma sistemática, agimos como coisas, somos apenas um tijolo no muro”, explica o professor. “Em consequência, somos subjugados. Isso se insere em nossa mente, e passamos a agir com nossos entes como a mesma lógica do sistema”, completa.


É neste cenário que nasce o assédio moral, explica Clovis Renato. “A partir dessa reflexão é que temos de nos entender como pessoas que foram afastadas de sua condição de pessoas. É aí que o assédio moral se dá”, analisa o advogado.
Em um contexto de crise, desemprego e trabalho temporário, o assédio moral se agrava a partir do momento em que se cria a “Síndrome do Sobrevivente”, na qual o trabalhador mantém-se num sofrimento ao permanecer no trabalho, aumentando a ansiedade, depressão e desesperança.

“A pessoa não aparece e se resume a dizer que ela é o próprio trabalho. É uma perspectiva de obsessão, que faz com que os assediados se submetam mais, e os assediadores, por uma má gestão, achem que estimular a produção é dar pressão”, argumenta Farias.

Mato Grosso

O palestrante apresentou números que mostram o aumento nos casos de assédio moral. Segundo o Ministério Público do Trabalho, os casos de humilhação no trabalho aumentaram 7,4% de 2012 para 2013. Dados de 2014 da OIT dizem que o assédio moral já atinge 42% dos trabalhadores brasileiros. Mais recentemente, em 2016, o site Vagas.com afirmou que dos 4.975 profissionais de todas as regiões do País ouvidos no fim de maio de 2015, 52% disseram ter sido vítimas de assédio sexual ou moral.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

O bem de Alzheimer


Reencarnamos ao lado de pessoas que necessitamos (Divaldo Franco)


Esquizofrenia e obsessão (Divaldo Franco)


Psiquiatra espírita trata de casos a luz do Espiritismo


Esquizofrenia a luz do Espiritismo


Transtornos psicológicos (A Liga)


A Liga: homofobia no presídio


Esquizofrenia: sintomas


quarta-feira, 21 de junho de 2017

Entenda o Alzheimer


Alzheimer em idosos


Feliz idade


Autismo na visão espírita


Autismo (Fantástico)


Um só mundo (documentário sobre autismo)


Meditação da Criança Interior | Ho'oponopono - Dr. Hew Len


Ho'oponopono: Entrevista com Dr. Hew Len


terça-feira, 20 de junho de 2017

Ho'oponopono (causa/perfeição - corrigir um erro): Aula 2


Ho'oponopono (causa/perfeição - corrigir um erro): Aula 1


Ho'oponopono: Compreendendo as 4 fases


GRUPE se reúne para conhecer a nova sede do MPT/CE e debater ações


Vice Tutor e Tutor do GRUPE (Clovis Renato e Gérson Marques
O GRUPE (Grupo de Estudos e Defesa do Direito do Trabalho e do Processo Trabalhista) reuniu seus membros e novos interessados, às 16h, na Sede da Procuradoria Regional do Trabalho da 7ª Região (MPT), para manter sua aproximação com os órgãos trabalhistas, conhecendo as novas instalações do MPT no Ceará, bem como debater o contexto da “Reforma” Trabalhista no Senado e o modelo de atuação estatal trabalhista nos Estados Unidos.

O Tutor do Grupe, Dr. Gérson Marques (Professor de Direito e Procurador Regional do Trabalho), apresentou a nova sede do MPT e deu início aos debates na sala de reuniões.

Na visita, os grupeiros perceberam a existência de um espaço/mural específico com diversas publicações do Tutor do Grupe, organizado pela Chefe Bibliotecária da PRT Ana Maria Camelo de Almeida, em que constam mais de trinta obras do Dr. Gérson Marques (Currículo Lattes).

Ficou demarcada a identidade doutrinária e acadêmica do Tutor, além de sua reconhecida prática em diversas áreas jurídicas, tendo sido Advogado Servidor do TJCE, Oficial de Justiça, Juiz do Trabalho, Procurador do Trabalho e Procurador Regional do Trabalho, além de professor universitário há mais de vinte anos.

A grupeira Bárbara apresentou o texto “A Reforma Trabalhista e o ‘sonho americano’: Uma grande ignorância sobre o direito e o sistema de justiça nos EUA”, de Cássio Casagrande, com debates pelos presentes. Leia o texto: http://vidaarteedireitonoticias.blogspot.com.br/2017/06/a-reforma-trabalhista-e-o-sonho.html
Ao final, foram apresentadas diversas programações de ações em defesa dos Direitos Sociais e da ampliação da Dignidade da Pessoa Humana, como foco de atuação do GRUPE.


Nos encaminhamentos, foi aprovado que o GRUPE estudará a constitucionalidade da Reforma Trabalhista, já se preparando para sua aprovação e futuras discussões judiciais. Estudo que poderá subsidiar os legitimados em controle concentrado e incidental de constitucionalidade. O que reafirma o pioneirismo do Grupe, antecipando-se aos fatos sociais.


O GRUPE é um projeto de Extensão vinculado à Universidade Federal do Ceará (UFC), sob o Código DG 00.2010.PJ.0162, que se dedica ao estudo do Direito do Trabalho e do Processo Trabalhista, numa perspectiva de fomento intelectual e de efetiva atuação acadêmica. O GRUPE integra a Rede Nacional de Pesquisas e Estudos em Direito do Trabalho e da Seguridade Social (RENAPEDTS), da qual é co-fundador.

Os interessados devem contatar o Tutor na Faculdade de Direito da UFC, podendo ser de quaisquer outras faculdades públicas ou privadas, bem como atuar em questões sociais e jurídicas com perfil efetivador dos direitos fundamentais de segunda dimensão.
Contato: 3462.3432 (Regina Sonia)

Visite a página: GRUPE

A Reforma Trabalhista e o “sonho americano” (Cássio Casagrande)

Uma grande ignorância sobre o direito e o sistema de justiça nos EUA

uitos críticos da legislação laboral brasileira – especialmente os economistas – ao defenderem a reforma trabalhista, sustentam que o Brasil deveria inspirar-se nos Estados Unidos, onde, segundo apregoam, “não há CLT, Justiça do Trabalho e o número de ações trabalhistas é pequeno”. A adoção do modelo americano de regulação do trabalho, sustentam, ajudaria a diminuir o “Custo Brasil”.
Quem defende ou repete estas ideias demonstra grande ignorância sobre o direito e o sistema de justiça nos EUA. Os Estados Unidos possuem sim uma legislação trabalhista flexível, mas ela é abrangente e complexa, os tribunais americanos detêm ampla competência para julgar conflitos laborais, exercendo-a com rigor, e as empresas americanas gastam bilhões de dólares anualmente com indenizações (e custos judiciais) decorrentes de processos trabalhistas. Abordemos então a dura realidade norte-americana da judicialização das relações de trabalho e seu impacto no “Custo EUA”.  Entre o “sonho americano” dos reformistas e os fatos há uma grande distância. Vejamos.

“OS EUA NÃO TÊM CLT”
É evidente que os Estados Unidos não possuem uma legislação trabalhista sob a forma de consolidação ou de código. Mas isto simplesmente se deve ao fato de que na tradição da common law que aquele país segue não se favorece a adoção de leis gerais codificadas e temáticas, mas sim de leis esparsas e precedentes judiciais como principal fonte do direito. Os EUA não possuem um Código ou Consolidação de Leis do Trabalho como também não possuem um Código Civil ou Código Eleitoral. Isto não significa que por lá inexistam leis civis (sobre direito de família, propriedade, contratos, etc), eleitorais (sobre a forma de organização das eleições) ou trabalhistas (sobre limitação de jornada, salário mínimo, trabalho infantil, segurança no trabalho, etc.). 
Além disso, ao contrário do que ocorre no Brasil, onde a União tem competência privativa para legislar sobre direito do trabalho – em razão do que a lei trabalhista é uniforme em todo o país, efeito aliás decorrente da ideologia francesa de codificação aqui adotada -, nos EUA tanto o governo federal como os Estados federados podem editar normas sobre relações de trabalho.  E todos o fazem, conforme o demonstra fartamente a jurisprudência da Suprema Corte, em cujo rol de decisões históricas se encontram vários casos de apreciação de constitucionalidade de leis trabalhistas estaduais, como os célebres julgamentos Lochner v. New York, Muller v. Oregon, West Coast Hotel v. Parrish, entre tantos outros. Ou seja, empresas de âmbito nacional como a IBM, o Wal-Mart ou a Hertz, que estão instaladas em todos os estados do país, precisam observar a legislação trabalhista federal (esparsa em vários diplomas, como logo veremos) e a legislação trabalhista diferente de 50 estados.  Obviamente, isto representa um alto custo de serviços jurídicos, pois estas empresas precisam contratar advogados locais quando a legislação trabalhista estadual é invocada. Além do que, é claro, as políticas de recursos humanos são afetadas, sendo encarecidas porque devem adaptar-se a cada realidade local. E as disparidades entre as leis trabalhistas estaduais são tamanhas que, segundo a consultoria Hiscox, o risco de o empregador ser processado por um empregado pode variar de 15% (Missouri) a 66% (Novo México).  Mas no Brasil ninguém lembra deste “custo EUA” que não existe aqui, onde a legislação trabalhista é uniforme em todo o território nacional.
Abstraindo a complexidade das legislações estaduais, e ao contrário do que se imagina, a legislação federal tampouco é simples, inclusive pelo fato de não estar corporificada em um único diploma. A mais importante delas é a Federal Labor Standards Act – FLSA, editada em 1938 como parte das políticas do New Deal do presidente F. D. Roosevelt. Não custa lembrar que esta norma é, pois, anterior à nossa CLT, e mesmo sendo mais antiga que ela, ninguém nos EUA a acoima de “anacrônica” – ao contrário; o governo do Presidente Obama reforçou em 2014 a cobertura da FLSA determinando a sua aplicação a trabalhadores que antes não eram regulados por ela.

JOVEM: FUTUROS IDOSOS (João Martins Ferreira )


A atenção, o respeito e o cuidado com os idosos de hoje, não deve ser, apenas, a concessão das elites caridosas, dos políticos e governantes desinteressados ou da sociedade insensível, já que, por sermos considerados inúteis, estamos condenados ao ostracismo e a sermos lixo humano.
Onde quer que estejamos, excluídos em nossos próprios lares, em um abrigo caridoso, sob um viaduto, ao relento urbano ou rural, ainda representamos os resíduos de nós mesmos e da sociedade que ainda nos ignora, como seu subproduto.

Se quisermos construir um futuro realmente digno e promissor, para as novas gerações, precisamos mudar, imediatamente, a forma como vemos hoje e quisermos ver, amanhã, os idosos que, se tiverem sorte, serão os jovens de hoje.
Não é admissível que a forma como o idoso é tratado hoje, seja aceita, como o seu futuro! Você precisa tomar alguma iniciativa objetiva e produtiva, imediatamente. Comece, dispensando, aos próximos idosos à sua frente, a mesma atenção, o mesmo respeito e o mesmo tratamento que você gostaria de receber, quando chegar à idade deles. Para isso, você só precisa de boa educação, sensibilidade, solidariedade e auto estima.

Não espere viver, os seus últimos dias, no convívio feliz da sua família. É provável que ela não concorde com isso. É possível, também, que você não tolere a sua exclusão natural, decorrente do inevitável choque das gerações. Não espere, também, que a sociedade, desvirtuada pelo consumismo, os políticos e governantes desinteressados e as elites egoístas, mais preocupadas com os seus desfrutes, vão se interessar pela sua velhice.

Somente você poderá modificar o seu destino e dos seus descendentes! Você precisa conhecer o Lar Torres de Melo, não falo em "visitar" ou "passear". Você precisa observar, com atenção, respeito, sobriedade e autoestima, as reais condições em que vivem os nossos idosos. Mas, faça isso, com a perspectiva de que este poderá ser o seu melhor destino. 

Aqui nós temos um leito confortável para dormir, boa alimentação, assistência social e médica. Somente isso. Mas, somos privilegiados, quando comparados com os que estão lá fora. 
Use a sua sensibilidade, criatividade, solidariedade e autoestima para descobrir o que você gostaria de encontrar, aqui, para ser um idoso realmente feliz.
Fortaleza, Outubro, 2016
João Martins Ferreira 
Lar Torres de Melo

(Residente)

sexta-feira, 16 de junho de 2017

"Quem ama liberta"


CONFUSÕES
Confundimos "amor" com "ciúme". Quem ama liberta, confia, apóia. Ciúme requer o que não é seu, prende, reprime.
(Há quem diga que esse sentimento seja bom em dosagem certa, mas a dosagem certa está sempre relacionada com sua necessidade de atenção. Neste caso, carência justificaria ciúme?)

Confundimos "dar" com "trocar". O "dar" simplesmente expõe, propicia, entrega. Retorno é consequência, não preço, não condição.
(Há quem chame de ingrato aquele que recebeu e não retornou, mas quem recebe cumpre seu papel ao receber e quem dá, da mesma forma, ao dar. A cobrança é bastante cultural, embora nunca seja demais dizer "obrigado".)

Confundimos "ser" com "estar". Nada nem ninguém “é”, e sim “está”, pois tudo e todos podem mudar. (Se você é "pé-atrás", chute-se e não "esteja" mais assim pois "pé-atrás" não vai pra frente. Se sua natureza é assim ou "assado", mude, pois a natureza é mutante 24hrs por dia.)

Confundimos "humildade" com "atenção". Dar atenção a alguém não é intrinsecamente um ato humilde e sim, educado.
(As pessoas, amavelmente, chamam um artista de humilde quando recebem dele uma atenção, mas isso está relacionado com uma atitude educada por cumprimentar quem se deslocou pra o assistir e provar de sua arte. É humilde aquele que se aceita e se entende e que, por isso, não teme ser criticado, observado ou fotografado.)

Confundimos "timidez" com "indiferença". Às vezes, por timidez, frustramos aqueles que querem, mas não tem iniciativa de nos cumprimentar.
(Lembro-me do tempo de colégio em que aqueles que não se abriam facilmente ou não cumprimentavam os que os olhavam, eram tidos como indiferentes, sendo que a atitude destes era fruto de pura timidez, não de arrogância. Mas ainda que não fosse timidez, que obrigação tem os outros de nos cumprimentar, se nós podemos tomar a iniciativa?)

Confundimos fé com religião, religião com espiritualidade, espiritualidade com espiritismo, espiritismo com umbanda, umbanda com candomblé, e coisa e outra com macumba. Confundimos nosso corpo com nosso espírito e só não confundimos nosso espírito com outra coisa porque não nos conhecemos como espíritos, mas isso aí já é outra confusão.

Por fim, a pior confusão que fazemos está entre a “vida” e a “morte”. Algo que está morto não toma iniciativa, não enfrenta, não sai do lugar, não faz acontecer, não sente e, principalmente, não arrisca. Será que estamos vivos?

domingo, 11 de junho de 2017

Humildes de espirito - CEJD (Renato)


Comentário ao Evangelho - Humildes de Espírito


Caso contado dos macacos, o nascimento de paradigmas e a necessidade de mudanças

sexta-feira, 9 de junho de 2017

ADOÇÃO: Encontro Nacional do ENAPA em Fortaleza (15 a 17 de junho)


Sobre o ENAPA
O Encontro Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção (Enapa) reúne todos os anos desde 1996 representantes de toda a rede de proteção da criança e adolescente do Brasil para discutir sobre a adoção e a institucionalização.
O XXII ENAPA 2017 propõe unir cerca de 600 participantes, entre profissionais da Justiça, Saúde, Educação, grupos nacionais de apoio à adoção, conselhos tutelares, estudantes de psicologia, serviço social, direito, pedagogia entre outros, poder legislativo e sociedade em geral interessada em debater e fortalecer as ações em beneficio da adoção.
A partir da experiência acumulada nos últimos anos, esta edição reforça em seu tema "Família: direito de todos, sonho de muitos" a necessidade de garantir aos nossos pequenos seu direito fundamental de viver em família.

INFORMAÇÕES GERAIS

15 VAGAS. DEFENSORIA PÚBLICA. FACILITADOR, INSCRIÇÃO POR EMAIL

Serão ofertadas 15 vagas para o Curso de Formação de Facilitador, sendo ao final selecionados três facilitadores e 12 vagas para cadastro reserva. O curso terá uma carga horária total de 40 horas e será pré-requisito para a seleção dos facilitadores. Participe!


A Defensoria Pública do Estado do Ceará, por meio do Núcleo de Atendimento a Jovens e Adolescentes em Conflito com a Lei (Nuaja) e em parceria com o Instituto Terre des Hommes, divulga seleção para facilitadores para programa de Justiça Restaurativa e Construção da Paz. Serão ofertadas 15 vagas para o Curso de Formação de Facilitador, sendo ao final selecionados três facilitadores e 12 vagas para cadastro reserva. O curso terá uma carga horária total de 40 horas e será pre-requisito para a seleção dos facilitadores.
As inscrições serão realizadas junto a Escola Superior da Defensoria Pública do Ceará e os interessados devem encaminhar o formulário de inscrição para o endereço eletrônico justiçarestaurativa@defensoria.ce.def.br, no período de 5 a 9 de junho. O resultado final será disponibilizado no site da Defensoria Pública no dia 5 de setembro de 2017.
O objetivo da iniciativa é de assegurar aos adolescentes, às vítimas, aos familiares e à comunidade, práticas restaurativas que favoreçam meios de autocomposição de conflitos oriundos da prática de atos infracionais de natureza leve, contribuindo com a redução do índice de reincidência em infrações.
Durante o Curso de Formação os participantes terão contato com conhecimentos teóricos e práticos referentes à Justiça Restaurativa e aos procedimentos restaurativos no trabalho junto a adolescentes autores de atos infracionais. Ao final da formação, os participantes estarão aptos a realizar procedimentos baseados num enfoque restaurativo de prevenção à violência, com a participação de adolescentes envolvidos em atos infracionais, representantes da comunidade e, sempre que possível, com as vítimas.
Após seleção, o trabalho será realizado no Centro de Justiça Restaurativa (CRJ) do Núcleo de Atendimento a Jovens e Adolescentes em Conflito com a Lei – Nuaja e terá carga de 10 horas semanais. O objetivo é assegurar a adolescentes, vítimas, familiares e comunidade, no âmbito do atendimento da Defensoria Pública, práticas restaurativas, favorecendo-se meios de autocomposição de conflitos para atos infracionais de menor potencial ofensivo, contribuindo para a redução de reincidência de atos infracionais.
De acordo com a defensora pública Erica Regina Albuquerque Brilhante, que atua na 5ª Defensoria da Infância e Juventude, que vai coordenar o projeto, a proposta trará um olhar diferenciado. “É um projeto inovador para a Defensoria Pública Estadual, em que há uma proposta de resolução de conflito alternativa, onde há a valorização e participação direta da vítima ,do adolescente que praticou o ato infracional e da comunidade com o intuito de reestabelecer a relação e, principalmente, solucionar verdadeiramente o conflito apresentado, com a responsabilização do adolescente, com a reparação do dano, mas de uma forma que se tenha um resultado satisfatório tanto para a vítima, como para o adolescente como para a comunidade”.
Confira a seguir o Calendario de Atividades e o Formulário de Inscrição.



Pai Nosso (Alziro Zarur)


Oração de São Francisco (M. Betania)


quarta-feira, 7 de junho de 2017

Palestra: Maria Lúcia Fattorelli apresenta as Contrareformas e o sistema da dívida


Conheça o CEJUSC no Fórum Clóvis Beviláqua

Servidores, conciliadores, advogados e acadêmicos unidos na solução de conflitos
(Servidora Cejusc Ângela Sousa, Dr. Barreto, Servidora Cejusc Valdenia Arrais, Chefe do Cejusc Dr. Hélder Assunção, Clovis Renato)
Na tarde do dia 06 de junho, os servidores do Fórum Clóvis Beviláqua, com o Chefe do CEJUSC Dr. Hélder Assunção, a instrutora conciliadora/mediadora Valdênia Arrais e o advogado conciliador/mediador  Dr. Barreto Saraiva, apresentaram a CEJUSC.
Advogado Barreto Saraiva, Chefe do CEJUSC Hélder Assunção e Clovis Renato (Advogado/Professor/Mediador Coletivo)

Cejusc de Fortaleza realiza 100 audiências em três dias e obtém mais de R$ 2 milhões em acordos
O Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) do Fórum Clóvis Beviláqua realizou 100 audiências envolvendo processos da MRV Engenharia, com índice de 67% de acordos que somaram R$ 2.121.000,00 entre as partes e a empresa. As audiências concentradas foram efetivadas no período de 29 a 31 de maio.
A coordenadora do Cejusc, juíza Jovina d’Avila Bordoni, destacou que “a pauta concentrada favorece o desenvolvimento da meta do Centro Judiciário de propiciar efetiva e célere prestação jurisdicional, além da satisfação das partes envolvidas nos processos. Os números alcançados refletem a adesão do jurisdicionado à forma autocompositiva de solução dos conflitos, bem como permitem planejar novas pautas concentradas com outras empresas”.
Para Luís Maurício dos Santos, advogado da MRV Engenharia, “a pauta concentrada se mostrou uma boa oportunidade de solucionar os litígios judiciais, servindo como um caminho para abreviar o tempo de espera das partes por um desfecho, desfecho este, inclusive, satisfatório quanto aos casos em que a conciliação de fato se efetivou. E nesse sentido, há de se considerar que a solução de conflitos por meio desta via processual é algo bastante positivo e que, inclusive, tem sido buscado com mais frequência pela própria MRV”.

Gianecchini fala sobre o câncer


História de superação: Mama


Histórias de superação


terça-feira, 6 de junho de 2017

Linfoma: depoimento


A cura começa no pensamento


Depoimento EUA: Câncer infantil


Câncer infantil: depoimento Ravir


Como nasce o câncer - Jornal Nacional

01
02

Câncer infantil - visão espírita


De frente com Doutores

01
02

Doutores da Alegria


Sensibilizarte: a arte de fazer sorrir


Instituto HAHAHA: você também pode ajudar a salvar vidas


Anjos da Enfermagem: núcleo Ceará


Associação Peter Pan - Câncer Infantil no Ceará


Laços de esperança: histórias de crianças que lutam pela vida


sexta-feira, 2 de junho de 2017

RJ: Espiritismo - Casa de Padre Pio


Associação Espiritualista Holocêntrica Cultural e Assistencial Padre Pio de Pietrelcina
Aqui você encontra informações sobre a Casa, sua grade de atividades, tratamentos espirituais, cursos, seminários e muito mais.
A Casa de Padre Pio é uma associação que promove atividades multidisciplinares visando o encontro da divindade em cada um de nós. Criada há vinte anos, e com estatuto legal desde 2001.
Promove cursos, palestras, grupos de estudo e tratamentos de cura espiritual de orientações filosóficas e religiosas que apesar de múltiplas são tratadas de forma coerente e unificadora.

Todas as práticas desenvolvidas na nossa Casa têm em comum o pressuposto de que campos de conhecimento diferentes apontam para a revelação de uma só Verdade, isto é, de que uma corrente energética única pulsa em todos os seres. O despertar da Consciência Espiritual resulta em uma compreensão maior quanto ao nosso lugar no mundo, consequentemente aprimorando nossas relações interpessoais, capacidade de interação e responsabilidade com relação ao mundo que nos rodeia.
Também nos imerge em um estado de alegria e paz frente aos processos ainda misteriosos da Vida. Esse caminho de conscientização e a busca de uma visão unificada, em que não há um mundo lá fora e outro aqui dentro, conduz à necessidade de compartilhar ferramentas para que outros também possam empreender o caminho que suscita a mesma descoberta. Por isso, além das atividades e exercícios de desenvolvimento espiritual, a Casa põe em prática uma ampla rede de ação social, que oferece apoio a famílias e crianças em situação de risco social.

O intuito é oferecer meios de reestruturação material às famílias de modo que possam realizar a sua busca espiritual sem a premência das necessidades básicas desatendidas. A Casa de Padre Pio é uma escola de viver em Deus, que é entendido como a manifestação divina que existe em todo ser humano a despeito das doutrinas religiosas específicas.
Busca-se a identidade com o inominável e DIVINO INFINITO, e não explicações auto limitadas pela finitude do nosso recipiente mental e mesmo intuitivo. Embora o despertar espiritual seja fruto de um empenho pessoal, acreditamos que a troca de saberes e as atividades compartilhadas são fundamentais para auxiliar nesse percurso, que exige dedicação e cuidado, como um belo jardim.
A proposta, pois, é uma caminhada em conjunto, em que as forças de todos se mantenham, fecundem e se unifiquem em direção ao objetivo, além do tempo, do espaço e das limitações em que ainda vivemos, sejam elas representadas por qualquer tipo de incompletude: doenças, carências de suprimento, de paz de espírito, e tudo o que aturde o nosso pequeno, mas cristalizado ego, a fim de que o EU, ganhe o trono da consciência e da vida. Luiz Augusto de Queiroz.

RJ: Espiritismo - Lar de Frei Luiz


A história do “Lar de Frei Luiz” é o resultado do entrelaçamento de duas personalidades que souberam, sob o amálgama do amor, materializar e edificar uma seara de luz. Uma história de muitos desafios, onde prevaleceu a determinação do nosso fundador, Luiz da Rocha Lima, que soube concretizar na matéria, o que Frei Luiz havia plasmado nas esferas espirituais.
Quando voltamos no tempo para o dia de 29 de Junho de 1947, encontramos as premissas básicas de fundação do “Lar de Frei Luiz“: Ser uma obra de natureza filantrópica, tendo como atividade principal a manutenção de um educandário para crianças necessitadas.

O sonho de Frei Luiz, a realização de uma obra de verdadeira beneficência, encontra eco e sintonia ao se manifestar após seu desencarne em orientação ao Dr. Luiz da Rocha Lima. Sob sua égide de nobres propósitos, inspira o então presidente do grupo “Cenáculo Espírita Cristo Consolador “, numa memorável reunião em 29 de junho de 1947, para que se aprofundasse no amparo às crianças necessitadas. Neste momento fica estabelecida e traçada, a vocação desta parceria de luz dando ao Lar de Frei Luiz, o alicerce básico e principal de sua organização: a prática da caridade.
Nos primeiros tempos, a idéia fundamental da nossa organização seguiu o foco norteador de prestar assistência à infância desamparada, e como fiel servidor e apóstolo do bem, Dr. Luiz da Rocha Lima, sem poupar esforços, com o apoio incansável de sua esposa Astéria, segue o seu nobre mandato e materializa os desígnios do alto, como queria Frei Luiz .

Após o desencarne do Dr. Luiz da Rocha Lima, sua sucessão se dá por companheiros que já compartilhavam os trabalhos da Casa, primeiro o Dr. Ronaldo Gazolla, em seguida a sua esposa Dra. Helena Mussi Gazolla e, mais recentemente, em 2011, o Sr. Wilson Vasconcelos Pinto.
Os pilares da Obra foram fielmente mantidos e revigorados através do tempo e, todos os irmãos que nesta casa trabalham se empenham em fazer o seu melhor, praticando a Caridade pela Caridade.
Nossa Instituição vive de doações principalmente de pessoas físicas, simpatizantes da nossa Obra, e graças a esses irmãos, consegue manter hoje serviços à Comunidade, totalmente gratuitos, visando a proteção da criança, do adolescente e do idoso, assim como as suas famílias carentes.

Frei Luiz nasceu em 29 de junho de 1872 na aldeia de Marienfield, região de Westfalia, Alemanha e morreu em 08 de abril de 1937, na cidade de Petrópolis com quase 65 anos. Veio para o Brasil em 1894, chegando à Bahia em 10 de julho, como noviço franciscano.
Algum tempo depois, após se recuperar da febre amarela e da tuberculose que contraiu na Bahia, Frei Luiz vai para Olinda, onde termina seu noviciado e vai receber as chamadas Ordens Maiores de Subdiácono e Diácono em Recife. A saúde precária faz com que a sua transferência seja recomendada para um local de clima mais saudável, o que o faz seguir para Petrópolis em 1900, onde se dedica a orientar, auxiliar e visitar todos os necessitados da região.

Seu trabalho no campo religioso, como sacerdote franciscano, foi maravilhoso e lhe granjeou o carinho e a gratidão de todos que o conheciam. Devido a sua pureza, bondade e ligação com Deus, Frei Luiz se tornou um canal através do qual podia fluir o auxílio divino aos que mereciam. Muitas de suas bênçãos se transformavam em passes curadores.
Dominando perfeitamente o português, Frei Luiz, em 1905, dedica-se ao estudo da vida de seu protetor, Antônio de Pádua e escreve “Vida e Culto de Santo Antônio”, que recebeu elogios até do grande poeta e literato Conde de Afonso Celso.
Foi também professor da escola primária São José, mantida pelos franciscanos e lecionou Dogmática e Direito Canônico no Seminário Franciscano de Petrópolis. Seus sermões eram ouvidos com grande atenção por todos, inclusive pelos intelectuais. Frei Luiz foi alvo de muita perseguição e muitos atentados. Enquanto conservou a consciência, falou de amor e caridade, sendo essa sua grande mensagem.

O coração de Frei Luiz deixou de bater próximo às 23:00 do dia 08 de abril de 1937. O seu enterro parou Petrópolis.
No dia seguinte à sua morte levaram seu corpo da enfermaria para o convento onde romarias de fiéis foram vê-lo pela última vez. Frei Luiz sempre foi para todos um amigo, um confessor e um conselheiro de todas as classes sociais.

NOSSOS SERVIÇOS
ATENDIMENTO ESPIRITUAL
(21) 3539-9539
ATENDIMENTO ADMINISTRATIVO
(21) 3539-9550
(21) 3539-9547
(21) 3539-9537
(21) 3539-9543
(21) 3539-9539
(21) 3539-9515
ENDEREÇO
Estrada da Boiúna, 1367 – Taquara - Jacarepaguá - Rio de Janeiro – RJ - Brasil
ATIVIDADES SOCIAIS
» Ambulatório médico
O ambulatório social Amélia Piccolotto foi fundado em 1977.
O público alvo é composto, em sua maioria, por moradores da região.
Sua equipe médica é composta por profissionais voluntários de diversas especialidades, entre elas: clínica médica, ginecologia, pediatria, etc.
Sua estrutura conta com um dispensário de medicamentos que são obtidos através de doações à Instituição. Os medicamentos são distribuídos ao público mediante apresentação de receita médica.

» Apoio à jovem gestante
O Projeto Maria da Luz foi implementado em 1994.
São atendidas gestantes, adolescentes e mulheres adultas, que residem em Comunidades do entorno da Instituição.
As reuniões sócio-educativas são mensais e contam com a participação de convidados de diversas formações especializadas: Psicologia, Ginecologia e Obstetrícia, Enfermagem, Pediatria, Serviço Social, e outros.
São realizadas orientações e encaminhamentos pelo Serviço Social da Instituição.
Durante as reuniões são distribuídos peças de enxoval para o futuro bebê.

» Bazar
No nosso Bazar vendemos os produtos que recebemos em doação e não temos necessidade de utilizar em nossa Casa. É dessa forma que arrecadamos grande parte dos recursos necessários à manutenção da Instituição e de todos os serviços assistenciais que prestamos aos mais necessitados.
Você pode ajudar doando roupas, móveis, utensílios e objetos que não lhe sirvam mais ou ainda vindo ao Bazar e comprando os produtos que estão disponíveis.
Temos grande variedade de móveis residenciais, móveis de escritório, eletrodomésticos, objetos de decoração, brinquedos, roupas femininas, masculinas, infantis e de bebê, além de grande sortimento de vestidos de noiva.

» Cestas Básicas
O Projeto Maria da Paz foi implementado em 1984.
Atualmente, a Instituição tem parceria com o Centro de Referência de Assistência Social- CRAS Machado de Assis, que promove o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos – SCFV com a população cadastrada no Projeto.
Na reunião mensal sócio-educativa são abordados temas relevantes à saúde e aos direitos do público assistido. São distribuídas 125 (cento e vinte e cinco) bolsas de alimentos para famílias cadastradas.
Obs: As inscrições estão suspensas, temporariamente, devido grande demanda na lista de espera.

» Creche