Desde: 01.06.2011

Desde: 01.06.2011
BOM LEMBRAR: André Luiz - ‘Os Mensageiros’: “O que nos deve interessar, todavia, é a semeadura do bem. A germinação, o desenvolvimento, a flor e o fruto pertencem ao Senhor.” (Paulo e Estevão. Emmanuel/JC): “O valor da tarefa não está na presença pessoal do missionário, mas no conteúdo espiritual do seu verbo, da sua exemplificação e da sua vida”. Emmanuel: “O tédio é sempre filho da incompreensão dos nossos deveres.”. “[...] o desencanto constitui-se um veneno da imprevidência e da irresponsabilidade”. “[...] valiosa é a escassez, porque traz a disciplina. Preciosa é a abundância porque multiplica as formas do bem”. “[...] a permanência na terra decorre da necessidade de trabalho proveitoso e não do uso de vantagens efêmeras”. “Jamais atingiremos nossos objetivos torturando chagas, indicando cicatrizes, comentando defeitos ou atirando espinhos à face alheia. Compreensão e respeito devem preceder-nos a tarefa em qualquer parte.” (Emmanuel) "Tudo que a doutrina espirita me ensinou é que precisamos nos renovar sempre." (Chico Xavier).

terça-feira, 3 de abril de 2018

Caminho, Verdade e Vida – ditado por Emmanuel ao médium Chico Xavier


Caminho, Verdade e Vida – ditado por Emmanuel ao médium Chico Xavier em 1948 (Edição FEB, 2015)


“Batalha do aperfeiçoamento em si mesmo”.

“O tédio é sempre filho da incompreensão dos nossos deveres”. (p. 146)

“[...] o desencanto constitui-se em veneno da imprevidência e da irresponsabilidade”. (p. 146)

“[...] valiosa é a escassez, porque traz a disciplina. Preciosa é a abundância, porque multiplica as formas do bem”. (p.160)

“[...] a permanência na terra decorre da necessidade de trabalho proveitoso e não do uso de vantagens efêmeras”. (p.222)

“O conceito de paz foi viciado. Buscar a mentirosa paz da ociosidade é desviar-se da luz, fugindo da vida e precipitando a morte”. (p. 224)

“Guarda a retidão de consciência e atira-te ao trabalho edificante”. (p. 294)

“[...] é imprescindível não perder cada discípulo o cuidado consigo próprio. É indispensável vigiar o campo interno, valorizar as disciplinas e aceitá-las, bem como examinar as necessidades do coração”. (p. 311)

 “Ter cuidado consigo mesmo é trabalhar na salvação própria e na redenção alheia”. (p. 312)

 “[...] constitui-nos obrigação primária entregarmo-nos humildes aos sábios imperativos da providência, submetendo-nos à vontade justa e misericordiosa de Deus, para que sejamos aprimorados em suas mãos”. (p. 326)

“Trabalha pelo bem e ajuda incessantemente”. (p.340)

 “É imprescindível construir o castelo interior, de onde possamos erguer sentimentos aos campos mais altos da vida”. (p. 348)

“Todavia, quando aceita alguém no discipulado definitivo, algo acontece no íntimo da alma contemplada pelo Senhor.

Cessam as rogativas ruidosas.

Acalmam-se os desejos tumultuários.

O discípulo nada reclama. E o Mestre, respondendo-lhe às orações, modifica-lhe a vontade, todos os dias, alijando-lhe do pensamento os objetivos inferiores.

O coração unido a Jesus é um servo alegre e silencioso.

Disse-lhe o Mestre: ‘Levanta-te e segue-me”. E ele ergueu-se e saiu”. (p. 350)

 “Quem cultiva obediência ao Pai, no coração, sabe encontrar as oportunidades de construir com o seu amor.

Os que alcançam, portanto, a compreensão legítima, não podem temer o mal”. (p. 362)

“O homem cavará o solo, espalhará as sementes, defenderá o serviço e cooperará com a natureza, mas a germinação, a florescência e a frutificação pertencem ao Todo Misericordioso”. (p. 364)

“Ninguém guarde a presunção de elevar-se sem o auxílio dos outros, embora não deva buscar a condição parasitária para a ascensão. Referimo-nos à solidariedade, ao amparo proveitoso, ao concurso edificante”. (p. 365)

“Ninguém permanece abandonado. Os mensageiros do Cristo socorrem sempre nas estradas mais desertas. É necessário, porém, que a alma aceite a sua condição de necessidade e não despreze o ato de aprender com humildade [...]”. (p. 366)

“É necessário negarmos a vaidade própria, arrependermo-nos de nossos erros e convertermo-nos ao bem”. (p.367)

“Efetivamente é necessário romper com as alianças de queda e assinar o pacto da redenção”. (p. 367)

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