Desde: 01.06.2011

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BOM LEMBRAR: André Luiz - ‘Os Mensageiros’: “O que nos deve interessar, todavia, é a semeadura do bem. A germinação, o desenvolvimento, a flor e o fruto pertencem ao Senhor.” (Paulo e Estevão. Emmanuel/JC): “O valor da tarefa não está na presença pessoal do missionário, mas no conteúdo espiritual do seu verbo, da sua exemplificação e da sua vida”. Emmanuel: “O tédio é sempre filho da incompreensão dos nossos deveres.”. “[...] o desencanto constitui-se um veneno da imprevidência e da irresponsabilidade”. “[...] valiosa é a escassez, porque traz a disciplina. Preciosa é a abundância porque multiplica as formas do bem”. “[...] a permanência na terra decorre da necessidade de trabalho proveitoso e não do uso de vantagens efêmeras”. "Tudo que a doutrina espirita me ensinou é que precisamos nos renovar sempre." (Chico Xavier). Há publicações conforme o mote da página: *Vida/Espiritualidade *Arte; *Direito.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Nações que tentaram dominar o mundo

  • Egípcios: 2.660 a.C. -

Após o rei do Alto Egito unificar os reinos do Baixo Egito e do Alto Egito, formou-se a primeira dinastia do grandioso império que aparecia para o mundo. As duas dinastias iniciais marcaram a época Tinita do Egito, só a partir da terceira dinastia é que se identifica o início do período conhecido como Antigo Império.
No período pré-dinástico do Egito, as comunidades eram divididas nos reinos do Baixo Egito e do Alto Egito. O monarca deste último reino, chamado Narmer, promoveria por volta do ano 3.100 a.C. a unificação dos dois reinos, dando início ao Império Egípcio.
Época pré-dinástica e proto-dinástico (c. 4500-3000 a.C.);
Época Tinita (3000-2660 a.C.): I e II dinastias
Império Antigo (2660-2180 a.C): III a VI dinastias
Primeiro Período Intermediário (2180-2040 a.C.): VII a XI dinastias
Império Médio (2040-1780 a.C.): XI e XII dinastias
Segundo Período Intermediário (1780 a 1560 a.C.): XIII a XVII dinastias
Império Novo (1560-1070 a.C.): XVIII a XX dinastias

Terceiro Período Intermediário (1070-664 a.C.): XXI a XXV dinastias


  • Mesopotâmios

a) Sumérios: 2.300 a.C


b) Assírios: 2.000 a.C.- 
Por volta de 2000 a.C. a Assíria, localizada no norte da Mesopotâmia (atual Iraque) foi invadida pelos Amoritas, sendo incorporada no Primeiro Império Babilônico. Após a morte de Hammurabi e o conseqüente fim do Império Babilônico, os Assírios começaram a expandir seu território para o sul da Mesopotâmia. Esse período ficou conhecido como o Antigo Império, e durou até 1375 a.C. Do fim do Antigo Império até 1047 a.C. os reis Assírios partiram para a conquista de Impérios vizinhos, no que ficou conhecido como Médio Império. Mas foi realmente no Novo Império (883-612 a.C.) que a Assíria teve seu apogeu, quando sob o reinado de Assurbanipal (670-626 a.C.) extendeu seus domínios para o sul da Mesopotâmia, Turquia e Egito.



c) Babilônios: 1.728 a. C – 1.513 a.C. e 614-539 a.C.
O Império Babilônico compreende dois períodos distintos. O primeiro deles estende-se de 1728 a.C. a 1513 a.C. e o segundo, de 614 a.C. a 539 a.C. No intervalo entre eles, o império é arrasado por sucessivas invasões e domínios estrangeiros.

O Segundo Império Babilônico ou Império Neobabilónico é a denominação para uma época de 626 a.C. a 539 a.C., dominada pelo governo de Nabucodonosor II e outros até sua conquista pelo Império Aquemênida.



  • Fenícios: 1 500 a.C. a 300 a.C.  

A Civilização Fenícia foi uma civilização da Antiguidade cujo epicentro se localizava no norte da antiga Canaã, ao longo das regiões litorâneas dos atuais Líbano, Síria e norte de Israel. A civilização fenícia foi uma cultura comercial marítima empreendedora que se espalhou por todo o mar Mediterrâneo durante o período que foi de 1 500 a.C. a 300 a.C. Os fenícios realizavam comércio através da galé, um veículo movido a velas e remos, e são creditados como os inventores dos birremes.

  • Civilização cartaginesa (Séc. IX a.C. – II a. C.)

A civilização cartaginesa ou civilização púnica foi uma civilização da Antiguidade que se desenvolveu na Bacia do Mediterrâneo entre o fim do século IX a.C. e meados do século II a.C. e esteve na origem de uma das maiores potências comerciais e militares do seu tempo.
Cartago, a cidade que lhe deu o nome, foi fundada na costa do golfo de Tunes pelos fenícios, segundo a tradição mais usual, em 814 a.C. Cartago foi gradualmente ganhando ascendente sobre as cidades fenícias do Mediterrâneo Ocidental, antes de se desenvolver a sua própria civilização. Esta é menos conhecida que a da sua contemporânea e rival Roma, devido à destruição de Cartago pelo exército romano no fim da Terceira Guerra Púnica, em 146 a.C., um final que é relatado pelas fontes greco-romanas que foram extensamente usadas e difundidas de forma durável na historiografia posterior. Apesar de depreciada pela expressão latina punica fides, que denota o preconceito originado por uma longa tradição de desconfiança em relação aos fenícios desde Homero, a civilização cartaginesa suscitou, contudo, algumas opiniões mais favoráveis, como a de Apiano, que os comparou aos gregos em poderio e aos Persas em riqueza.
A civilização cartaginesa resultou da mistura da cultura indígena dos berberes do Norte de África com a dos colonos fenícios. Por isso não é fácil distinguir aquilo que se deve aos cartagineses e aquilo que se deve aos fenícios nos achados arqueológicos descobertos nas escavações, cujo dinamismo desde os anos 1970 abriu vastos campos de estudo onde é evidenciada uma unidade na civilização não obstante a existência de particularidades locais. Apesar dos progressos, muitos aspetos da civilização não material permanecem desconhecidos, devido à natureza das fontes disponíveis, sempre secundárias, pois toda a literatura púnica desapareceu, com lacunas e frequentemente subjetivas.
A prosperidade de Cartago, ligada ao comércio marítimo, conduz a uma rivalidade com os gregos no território da Sicília, o que leva a que a ilha seja durante muito tempo uma zona de confrontos locais, devido a ambos os protagonistas pretenderem implantar entrepostos ou colónias nas costas sicilianas.
No início do século V a.C., o conflito muda de natureza: Gelão I, tirano de Siracusa, tenta unificar a ilha com o apoio de várias cidades gregas. A guerra, inevitável, estala com Cartago, que possivelmente obtém o apoio dos persas aqueménidas. Amílcar Giscão, comandante das tropas púnicas, é derrotado na batalha de Hímera em 480 a.C., a qual, segundo a tradição ocorreu no mesmo dia que a batalha de Salamina, entre os persas e os gregos.
Em 410 a.C., Cartago já tinha recuperado desse reverso; a sua implantação e África é mais poderosa, e as expedições longínquas de Hanão e de Himilcão fortalecem o seu domínio dos mares. Aníbal Mago desembarca então na Sicília em 409 a.C. e obtém vitórias, porem sem ameaçar Siracusa. Em 405 a.C., a sua segunda expedição revela-se mais difícil. O comandante do exército morre durante uma epidemia de peste durante o cerco de Agrigento. O sucessor de Aníbal, Himilcão, consegue negociar o fim das hostilidades com Dionísio, o tirano de Siracusa, que é mais uma trégua do que um verdadeiro tratado de paz.
Em 398 a.C., Dionísio ataca a cidade cartaginesa de Motia, no extremo ocidental da Sicília, que é tomada mas é rapidamente recuperada pelas cartagineses. Em seguida, estes montam um cerco a Siracusa que dura até 396 a.C., ano em que os sitiantes são obrigados a retirar devido a uma epidemia de peste. A guerra continua durante 60 anos. Em 340 a.C., o exército cartaginês só se encontra no sudoeste da ilha.
Em 315 a.C., Agátocles de Siracusa apodera-se de Messina e em 311 a.C. conquista os últimos entrepostos cartagineses na Sicília. Amílcar Giscão comanda a resposta cartaginesa e em 311 a.C. controla a quase totalidade da Sicília e monta cerco a Siracusa. Entretanto Agátocles lidera uma expedição contra os cartagineses em África. Esta expedição, apesar de ter terminado três anos depois com a fuga de Agátocles, representa uma vitória deste, pois obriga os cartagineses a chamar o seu exército para defenderem o seu próprio território.
Os episódios denominados "guerras púnicas" referem-se ao antagonismo que se estendeu durante mais de um século, de 264 a 146 a.C.
O primeiro conflito ocorre de 264 a 241 a.C., e implicou a perda da Sicília por parte de Cartago, que foi ainda obrigada a pagar um pesado tributo. Esta derrota tem graves consequências sociais internas, como o episódio da Guerra dos Mercenários, uma guerra civil com contornos de extraordinária crueldade, que assolou os territórios cartagineses africanos entre 240 e 237 a.C. A capital seria finalmente salva por Amílcar Barca, mas Roma aproveitou as dificuldades internas para agravar as condições de paz.
Após isso, o imperialismo de Cartago orienta-se para a península Ibérica e para o confronto com os aliados de Roma, o que torna inevitável um segundo conflito, que estala em 219 a.C. com o cerco cartaginês a Sagunto, que é destruída após oito meses de cerco. A expedição de Aníbal Barca a Itália, que partindo da península Ibérica, atravessou os Pirenéus e os Alpes e chegou a Cápua, perto de Nápoles, sem contudo atacar a cidade de Roma, mostra a capacidade do general cartaginês para obter vitórias retumbantes, mas ao mesmo tempo evidencia a sua incapacidade para tirar partido da sua vantagem e submeter uma Roma vacilante. A partir de 205 a.C. a guerra passa a desenrolar-se exclusivamente em solo africano, e em 19 de outubro de 202 a.C. a vitória do general romano Cipião na batalha de Zama marca a derrota final dos cartagineses.
No decurso dos cinquenta anos que se seguem, Cartago paga regularmente a Roma um pesado tributo, mas ao mesmo tempo dota-se de equipamentos dispendiosos, como portos. A cidade aparenta ter retomado nessa época uma grande prosperidade, que é demonstrada pela execução de projetos urbanos como o do bairro púnico de Birsa, ligado ao sufetato de Aníbal Barca.
No entanto, devido à ascensão da cidade e ao fim do pagamento do tributo, Roma impõe aos cartagineses o abandono da cidade, a retirada para o interior e a renúncia à identidade marítima. Acerca disto, Marco Veleio Patérculo escreveu que «Roma, já senhora do mundo, não se sentia em segurança enquanto subsistisse o nome de Cartago».[23] A recusa cartaginesa que se segue provoca a terceira e última guerra, que é marcada pelo cerco de Cartago, que se prolonga entre 149 e 146 a.C. No final, mesmo que o solo não tenha sido coberto de sal como relata a historiografia do fim do século XIX início do século XX, a destruição da cidade é total e é lançada uma maldição sobre o local, que é declarado sacer. Cartago deixa de existir como entidade política, mas durante muito tempo os aspetos da sua civilização perduram, espalhados pelo Mediterrâneo: elementos religiosos, artísticos, linguísticos e até institucionais no Norte de África.

Fonte: Wikipédia
  • Persas (Aquemênida):  550 a.C. – 330 a.C.
O Império Aquemênida (português brasileiro) ou Império Aqueménida (português europeu) (em persa antigo: Parsā; em persa moderno: هخامنشیان, Hakhāmanishiya ou دودمان هخامنشي, transl. Dudmān Hakhâmaneshi, dinastia aquemênida; c. 550–330 a.C.), por vezes referido como Primeiro Império Persa, foi um império iraniano situado no Sudoeste da Ásia, e fundado no século VI a.C. por Ciro, o Grande, que derrubou a confederação médica. Expandiu-se a ponto de chegar a dominar partes importantes do mundo antigo; por volta do ano 500 a.C. estendia-se do vale do Indo, no leste, à Trácia e Macedônia, na fronteira nordeste da Grécia - o que fazia dele o maior império a ter existido até então.[3] O Império Aquemênida posteriormente também controlaria o Egito.


  •  Macedônios: 338 a.C. – 323 a.C.

Os macedônicos, durante o reinado de Felipe, conquistaram a Grécia em 338 a.C. com a batalha de Queronéia. O sucessor de Felipe, seu filho Alexandre Magno, assumiu o trono após a conquista da Grécia, e proporcionou a expansão do império para o Oriente Médio. Em 333 a.C., Alexandre destruiu o exército persa liderado pelo rei Dario III, na batalha de Issos. Em 334 a.C chegou à Fenícia onde conquistou a cidade de Tiro, logo depois seguiu para o Egito onde foi acolhido como o filho de deus pelos sacerdotes do templo de Amon-Rá. Em 331 a.C Alexandre assumiu o trono de rei dos persas após executar uma invasão no Reino Persa. O Império Macedônico funda o mais vasto dos impérios da humanidade com a conquista da Palestina e da Índia. Em 323 a.C Alexandre Magno morre aos 33 anos na Babilônia.


  • Romanos: 27 a.C – 479 d.C. (Ocidente)
Foi o período pós-republicano da antiga civilização romana, caracterizado por uma forma de governo autocrática liderada por um imperador e por extensas possessões territoriais em volta do mar Mediterrâneo na Europa, África e Ásia. A república que o antecedeu ao longo de cinco séculos encontrava-se numa situação de elevada instabilidade, na sequência de diversas guerras civis e conflitos políticos, durante os quais Júlio César foi nomeado ditador perpétuo e assassinado em 44 a.C. As guerras civis culminaram na vitória de Otávio, filho adotivo de César, sobre Marco António e Cleópatra na batalha de Áccio em 31 a.C. Detentor de uma autoridade inquestionável, em 27 a.C. o senado romano atribuiu a Otávio poderes absolutos e o novo título Augusto, assinalando desta forma o fim da república.



  • Escandinavos (Vikings): 790 d.C. – 1.066 d.C.
A terra natal dos vikings era a Noruega, Suécia e Dinamarca. Eles e seus descendentes se estabeleceram na maior parte da costa do mar Báltico, grande parte da Rússia continental, a Normandia na França, Inglaterra e também atacaram as costas de vários outros países europeus, como Portugal, Espanha, Itália e até a Sicília e partes da Palestina.[carece de fontes] Os vikings também chegaram à América antes da descoberta de Cristóvão Colombo, tendo empreendido uma tentativa fracassada de colonização na costa da região sudeste do Canadá.
As diversas nações viking estabeleceram-se em várias zonas da Europa:
Os dinamarqueses navegaram para o sul, em direção à Frísia, França e partes do sul da Inglaterra. Entre os anos 1013 e 1042, diversos reis vikings, como Canuto, o Grande, chegaram mesmo a ocupar o trono inglês.
Os suecos navegaram para o leste entrando na Rússia, onde Rurik fundou o primeiro estado russo, e pelos rios ao sul para o mar Negro, Constantinopla e o Império Bizantino.
Os noruegueses viajaram para o noroeste e oeste, para as Ilhas Faroé, Shetland, Órcades, Irlanda e Escócia. Excepto nas ilhas britânicas, os noruegueses encontraram principalmente terras inabitadas e fundaram povoados. Primeiro a Islândia em 825 (monges irlandeses já estavam lá), depois a Groenlândia (985), foram ocupadas e colonizadas por vikings noruegueses. Em cerca de 1000 d.C., a América do Norte foi descoberta por Leif Ericsson da Groenlândia, que a chamou de Vinland. Um pequeno povoado foi fundado na península norte na Terra Nova (Canadá), mas a hostilidade dos indígenas locais e o clima frio provocaram o fim desta colônia em poucos anos. Os restos arqueológicos deste local - L'Anse aux Meadows - constituem hoje em dia um sítio de Patrimônio Mundial da UNESCO.
Os vikings começaram a incursão e colonizaram ao longo da parte nordeste do mar Báltico nos séculos VI e VII. No final do século VIII, os suecos faziam longas incursões descendo os rios da moderna Rússia e estabeleceram fortes ao longo do caminho para a defesa. No século IX eles controlavam Kiev e em 907 uma força de dois mil navios e oitenta mil homens atacou Constantinopla. Eles saíram de lá com um favorável acordo comercial do imperador bizantino. Depois chegando até a Sicília.


  • Bizantinos (Império Romano do Oriente): 395 d.C - 1.453 d.C. (Quedo de Constantinopla)


  • China: Séc. XII a.C. (Primeira dinastia - Shang): Shang substituídos pelos Zhou (Séc. XII - V a.C.), reinos combatentes de V – III a.C., sendo o Primeiro Estado Unificado em 221. a.C. (Quin Shi Huang – 1º Imperador), substituído pelos Han (206 a.C. – 220 d.C.)



  • Mongóis: 1.206 d.C com a unificação das tribos por Gengis Khan- 1294 d.C. com a morte de Kublai Khan ou 1.368 com a queda da Dinastia Yuan.


  • Rússia: 1.721 – 1917 d.C.  o Czar Pedro I, o Grande, oriundo da dinastia Romanov, proclamou o Império e iniciou o processo de expansão territorial em 1.721, até a Revolução Russa de 1917.


  • Império Napoleônico: 1.804 – 1.815. Início em 1804 com a proclamação de Napoleão Bonaparte como imperador dos franceses. Este período durou até 18 de junho de 1815, após a derrota de Napoleão na Batalha de Waterloo.



  • Alemanha Nazista (Terceiro Reich): 1.933- 1.945


  • Portugueses: 1.415-1.999. Primeiro império global da história 1.415 (Conquista de Ceuta), seus domínios hoje são 53 países, findando com a devolução de Macau à China (1.557-1.999).


  • Espanhóis: 1.492 com a descoberta das Índias Ocidentais por Cristóvão Colombo – 1.975


  • Império Britânico: 1583 – 1997.  1583 (Humphrey Gilbert declarou a Terra Nova colônia inglesa) – 1997 (Transferência da soberania de Hong Kong). 

Foi o maior império em extensão de terras descontínuas do mundo. Era um império composto por domínios, colônias, protetorados, mandatos e territórios governados ou administrados pelo Reino Unido. Originou-se com as colônias ultramarinas e entrepostos estabelecidos pela Inglaterra no final do século XVI e início do século XVII. No seu auge, foi o maior império da história e, por mais de um século, foi a principal potência mundial. Em 1922 o Império Britânico dominava cerca de 458 milhões de pessoas, um quarto da população do mundo na época e abrangeu mais de 31,7 milhões de quilômetros quadrados, quase um quarto da área total da Terra. Como resultado, seu legado político, cultural e linguístico é generalizado. No auge do seu poder, foi dito muitas vezes que "o sol nunca se põe no Império Britânico" devido à sua extensão ao redor do mundo garantir que o Sol sempre estivesse brilhando em pelo menos um de seus numerosos territórios.

  • Holandeses: 1.602 com a criação da Companhia Neerlandesa das Índias Orientais -1.949 com a independência da Indonésia.

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