Desde: 01.06.2011

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BOM LEMBRAR: André Luiz - ‘Os Mensageiros’: “O que nos deve interessar, todavia, é a semeadura do bem. A germinação, o desenvolvimento, a flor e o fruto pertencem ao Senhor.” (Paulo e Estevão. Emmanuel/JC): “O valor da tarefa não está na presença pessoal do missionário, mas no conteúdo espiritual do seu verbo, da sua exemplificação e da sua vida”. Emmanuel: “O tédio é sempre filho da incompreensão dos nossos deveres.”. “[...] o desencanto constitui-se um veneno da imprevidência e da irresponsabilidade”. “[...] valiosa é a escassez, porque traz a disciplina. Preciosa é a abundância porque multiplica as formas do bem”. “[...] a permanência na terra decorre da necessidade de trabalho proveitoso e não do uso de vantagens efêmeras”. “Jamais atingiremos nossos objetivos torturando chagas, indicando cicatrizes, comentando defeitos ou atirando espinhos à face alheia. Compreensão e respeito devem preceder-nos a tarefa em qualquer parte.” (Emmanuel) "Tudo que a doutrina espirita me ensinou é que precisamos nos renovar sempre." (Chico Xavier).

domingo, 16 de abril de 2017

Julgamentos e Prece - CEJD


2 comentários:

Anônimo disse...

As palavras proferidas na explanação tanto do livro, quanto do evangelho, são de uma leveza e sonoridade tão puras que, à medida que falas, as pessoas conseguem acompanhar os pensamentos do que está sendo dito como se fossem de você mesmo.Sem dúvida, foi uma narrativa muito cativante e de boa reflexão, que nos faz pensar sobre pequenos detalhes da vida que, apesar de óbvios, nem sempre são racionalizados.Ensinamentos que inspiram o coração e mostram como viver com mais otimismo e equilíbrio. Quando Jesus nos disse: não julgueis para não serdes julgados, Ele quis nos dizer para não condenarmos a criatura, e não a sua atitude. Ele quis nos dizer para não denegrir a criatura, não condenar a criatura e sim o mal que ela possa ter feito. Então, reprimir o mal é nosso dever. Censurar o mal, também, mas não as criaturas. É através do exemplo que devemos educar. As palavras, até convencem, mas os exemplos arrastam. De um modo geral, somos benevolentes para com os nossos erros e muito severos para com os erros dos outros. A nossa tendência é nos acharmos às criaturas mais perfeitas da face da Terra. Sempre estamos certos e os outros sempre errados. As palavras de Jesus ensinam que existe um determinado tipo de julgamento que devemos evitar:
•Tendencioso: Uma deficiência comum é permitir que nossa formação, nossos preconceitos e preferências influenciem nosso julgamento. É difícil evitar isto.
•Precipitado: Acontece com frequência de julgarmos os outros precipitadamente, sem ter todos os fatos ou conhecer todas as circunstâncias. Muitas vezes, não temos as informações completas sobre o que realmente aconteceu. Pode ser que não entendamos o histórico ou a motivação do indivíduo acusado. Talvez não saibamos se aquele ato foi a regra ou uma exceção na vida dele. Antes de instruir a multidão a “julgar com reta justiça”, Jesus disse: “Não julgueis segundo a aparência” (João, 7:24).
•Severo: Como resultado das perspectivas negativas acima citadas, ao se formular um julgamento, não raro somos severos e hipercríticos em nosso parecer, quando deveríamos temperar nossa análise com misericórdia e amor. Pedro disse: “Antes de tudo, mantenham entre vós uma ardente caridade, porque a caridade cobre a multidão de pecados” (1 Pedro, 4:8).
•Insensível: Jesus também estava condenando a atitude de pensar o pior sobre o que as pessoas fazem, em vez de pensar no melhor. Em 1 Coríntios 13:4 a 7, Paulo diz, em outras palavras, que o amor está “sempre ávido para crer no melhor”. E como você mesmo relembrou: " Vê tudo, mas retende o que é bom". É verdade que podemos conhecer uma pessoa pelo que ela faz, mas geralmente seus atos estão sujeitos a pelo menos duas interpretações diferentes: uma boa e outra má. Nesse caso, qual interpretação geralmente consideramos para o que essa pessoa fez?
Dar-se bem com os outros é em grande parte uma questão de espírito. Por um lado, há um espírito amoroso e compassivo que acredita no melhor e tenta elevar e ajudar o outro. Por outro lado, há um espírito severo, insensível e julgador que se deleita em ver alguém “receber o que merece”. Este conflito está representado na espada a nós prometida pelo Mestre dos Mestres em Mateus 10:34. E Jesus disse: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”. Lucas, cap. 23:34. Com estas palavras Jesus nos ensina em primeiro lugar, que ao Pai compete o nosso julgamento; em segundo, Ele se apresenta como defensor daqueles que o ofendem. Isto implica dizer que, no âmbito da lei de causa e efeito, seremos bitolados pelo mesmo gabarito que usarmos contra o nosso irmão no desenrolar das nossas vidas terrenas. cont..

Anônimo disse...

cont..
A vida trabalha em favor do seu progresso, sempre trabalha a nosso favor, enviando desafios, apertando o cerco e fazendo com que, cansada de sofrer, acordemos para a realidade, descobrindo potenciais, buscando caminhos e se abrindo para vida, pois a melhora do espírito ainda é uma responsabilidade nossa. À medida que aprende, você conquista seu progresso. Ninguém pode fazer isso por você. Cada um de nós é a própria vida tornando-se realidade. Isso quer dizer que, quando escolhemos, é a vida escolhendo em nós. A vida jamais erra. Assim, seja qual for a decisão a ser tomada, no fim perceberemos que todos os caminhos apresentam razões e verdades.
Paz, luz e amor em nossos dias.
Obrigada, obrigada, muito obrigada!
Que Paz do Senhor seja com todos.