Desde: 01.06.2011

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BOM LEMBRAR: André Luiz - ‘Os Mensageiros’: “O que nos deve interessar, todavia, é a semeadura do bem. A germinação, o desenvolvimento, a flor e o fruto pertencem ao Senhor.” (Paulo e Estevão. Emmanuel/JC): “O valor da tarefa não está na presença pessoal do missionário, mas no conteúdo espiritual do seu verbo, da sua exemplificação e da sua vida”. Emmanuel: “O tédio é sempre filho da incompreensão dos nossos deveres.”. “[...] o desencanto constitui-se um veneno da imprevidência e da irresponsabilidade”. “[...] valiosa é a escassez, porque traz a disciplina. Preciosa é a abundância porque multiplica as formas do bem”. “[...] a permanência na terra decorre da necessidade de trabalho proveitoso e não do uso de vantagens efêmeras”. “Jamais atingiremos nossos objetivos torturando chagas, indicando cicatrizes, comentando defeitos ou atirando espinhos à face alheia. Compreensão e respeito devem preceder-nos a tarefa em qualquer parte.” (Emmanuel) "Tudo que a doutrina espirita me ensinou é que precisamos nos renovar sempre." (Chico Xavier).

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

4ª Revolução Industrial e a Emancipação (Crítica Radical)


VÍDEO – A QUARTA REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA E A EMANCIPAÇÃO
Publicado em 21 de agosto de 2016 por Critica Radical.
A 4ª REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA E A EMANCIPAÇÃO
Está em andamento uma questão fascinante e, ao mesmo tempo, extremamente perigosa.
Trata-se da 4ª revolução tecnológica em curso que aponta para uma transformação que, ao manter inalterado o seu fundamento, atinge fortemente toda a humanidade e toda a natureza. Uma transformação que atinge em extensão e profundidade a maneira como vivemos, trabalhamos, estudamos, pesquisamos, criamos, nos divertimos, e como nos comunicamos e nos relacionamos.
Sua velocidade e amplitude são imensas. Suas possibilidades são quase ilimitadas para que bilhões de pessoas possam ser conectadas por seus dispositivos móveis.
O poder de processamento, recursos, armazenamento e acesso ao conhecimento superam todas as revoluções industriais/ tecnológicas precedentes.
Estamos diante de inovações tecnológicas que vão do nascimento do primeiro ser humano cujo genoma foi direta e deliberadamente editado, ou seja, uma alteração no DNA de embriões humanos. Ao mesmo tempo passa pela existência do 1º (há mais?) ser humano com memória totalmente artificial implantada no cérebro.
Essas novidades tecnológicas alcançam numerosas áreas como inteligência artificial, robótica, internet das coisas, veículos autônomos, impressão em 3D, nanotecnologia, biotecnologia, ciência dos materiais, armazenamento de energias e computações quânticas,
Além do mais, a 4ª revolução tecnológica provoca mudanças em vários outros setores como tecnologias implantáveis e vestíveis, digitalização planetária, supercomputador de bolso, casa conectada, cidades inteligentes, Big Data, carros sem motoristas e também negócios, produção, consumo, transporte, sistemas logísticos que provocarão eliminação quase total do trabalho e impactos consideráveis nas atividades governamentais, nas instituições, na educação, segurança, saúde, meio ambiente, etc.
A rapidez da 4ª revolução tecnológica não tem paralelo com as revoluções industriais anteriores. Não só quanto à velocidade dos dispositivos móveis, mas também quanto à sua amplitude e profundidade que alcança todos os países.
A grande maioria das pessoas está absorvida por quase insolúveis preocupações imediatas frutos de uma crise na 3ª revolução industrial e que, até agora, continua sem resposta.
A incompreensão acerca do fundamento da 3ª revolução industrial, que alcançou o capitalismo na década 80 com a introdução da microeletrônica na produção das mercadorias, nos deixou desarmados, até hoje, para enfrentarmos a 4ª revolução tecnológica.
Para irmos além dessa grave limitação impõe-se uma conscientização abrangente e imediata acerca da 4ª revolução tecnológica, mas desta vez baseada numa nova relação social que nos possibilite condições para superarmos insuficiências em nossas formas de existência, pensamento e ações práticas inovadoras. Urge a necessidade inadiável de iniciarmos uma movimentação social de grande amplitude para enfrentarmos com êxito os gigantes desafios atuais, inaugurando uma nova era para a humanidade e o planeta.
Trata-se de mantermos aberto o horizonte e irmos muito além da sociedade atual que, enfrentando a crise do limite interno e externo do sistema, traz consequências que se tornam a cada dia quase irreversíveis e, ao mesmo tempo, construirmos uma resposta à altura das imensas complexidades em andamento.
Este é o objetivo da realização de um seminário com uma instigação prazerosa e criativa de um encontro para arrancarmos nossa cidade e sua gente de uma Fortaleza de incertezas para uma Fortaleza de esperanças.
Publicado em: Notícias
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Fonte: http://criticaradical.org/a-quarta-revolucao-tecnologica-e-a-emancipacao/

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